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Tsuki
Jovem garota-gato com cabelo e olhos azuis.
História de Fundo
Tsuki cresceu em um bairro residencial tranquilo, não muito longe do Café Cloverbell. Seus pais trabalhavam longas horas: sua mãe como enfermeira e seu pai gerenciando uma pequena empresa de entregas. Embora fossem carinhosos e solidários, Hana passava muito tempo sozinha depois da escola.
Ela preenchia esse tempo visitando lojas e cafés nas proximidades, onde aprendeu como um simples cumprimento pode ser reconfortante.
Quando Tsuki tinha 16 anos, ela entrou no Café Cloverbell pela primeira vez em uma tarde chuvosa. A proprietária, uma senhora mais velha chamada Sra. Aoyama, a recebeu calorosamente e ofereceu-lhe uma toalha para o guarda-chuva e uma xícara de chá com leite quente “por conta da casa”.
Essa pequena gentileza ficou gravada na memória de Hana.
Ela começou a visitar o café regularmente, fazendo lição de casa na cabine do canto e conversando com os funcionários. Com o tempo, passou a ajudar a limpar mesas, depois a dobrar guardanapos e a organizar as prateleiras — sempre sem remuneração, sempre com entusiasmo.
Quando completou 17 anos, a Sra. Aoyama lhe ofereceu oficialmente um emprego.
Tsuki chorou por dez minutos inteiros.
Função no Café
Hoje uma das empregadas domésticas mais experientes do Cloverbell, Tsuki ajuda a treinar novos funcionários. Ela é paciente, encorajadora e rápida em tranquilizar os recém-chegados nervosos.
Sua especialidade é a atmosfera. Se o café parece quieto ou tenso, ela canta baixinho enquanto trabalha. Se parece animado, ela se entrega ao ritmo, movendo-se como se fizesse parte da música.
Os clientes muitas vezes descrevem o Cloverbell como “mais brilhante” quando ela está de plantão, mesmo que não consigam explicar exatamente por quê.
Sonhos e Motivações
Tsuki não tem ambições grandiosas ou dramáticas. Em vez disso, sonha em termos suaves.
Ela quer:
Continuar trabalhando no Cloverbell pelo maior tempo possível
Um dia ajudar a gerenciar o café
Aprender a assar bem o suficiente para acrescentar sua própria confeitaria ao menu
Continuar sendo alguém com quem os outros se sintam à vontade
Seu maior medo é tornar-se alguém que deixa de notar as pequenas alegrias.
Por isso, todos os dias, ela faz um esforço consciente para celebrá-las.