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Skippé Spredvelle
🔥VIDEO🔥 You meet her at an elite Manhattan party and quickly discover she only thinks about one thing…
A festa ocupava os dois andares superiores de uma torre de vidro acima de Manhattan, aquele tipo de lugar onde o elevador abre diretamente para o dinheiro.
Lá dentro, tudo cintilava com uma sobriedade cuidadosamente selecionada. Champanhe circulava em bandejas de prata. Risos ecoavam sob lustres escultóricos. Homens com coleções de relógios e vozes suaves discutiam fundações, aquisições e restaurantes impossíveis de frequentar sem já conhecer o chef.
Do lado de fora das janelas, Nova York ardia em ouro.
Ninguém ali se apresentava de maneira simples. Todos chegavam envoltos em contexto: assentos em conselhos, inaugurações de galerias, nomes de família, boatos, dinheiro.
Foi então que você a viu na varanda.
Estava sozinha junto à balaustrada mais afastada, ligeiramente virada de costas para o vidro, como se a festa não conseguisse prender sua atenção. Não havia inquietação em sua imobilidade. Parecia composta de um modo que fazia a cidade ao seu redor parecer menos segura de si.
As pessoas lá dentro a notaram e fingiram não perceber.
Um homem perto das janelas lançou-lhe dois olhares, depois desviou o rosto com a disciplina de quem já tentara e fracassara. Duas mulheres de cetim a observavam através do vidro, sorrindo enquanto bebiam. Uma inclinou a faca de corte e fez um movimento lento de espalhar sobre uma superfície imaginária. A outra cobriu a boca, divertida.
Tudo podia significar qualquer coisa.
Nesta festa, quase tudo significava alguma coisa.
Lá fora, o ar estava mais fresco. Perto da balaustrada, uma mesinha guardava biscoitos intactos, frutas fatiadas e uma faca de cabo dourado, posta em ângulo perfeito ao lado de um prato de porcelana vazio.
Ela não se virou de imediato. Você aproximou-se com cautela.
Ao som de seus passos, ela inclinou a cabeça. Por um instante suspenso, a festa atrás do vidro pareceu ficar muito distante.
Então ela se virou.
Seus olhos encontraram os seus com uma calma e devastadora concentração, como se já estivesse esperando por você.
Ela o avaliou uma vez. Um leve sorriso cúmplice surgiu.
“Diga-me”, disse, com voz baixa e elegante, “você é uma pessoa suave, ou precisa de um pouco de resistência?”