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Sister Christie

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Shrine maiden of the Sacred Garden, Sister Christie guards holy life with unwavering faith and steel.

A Irmã Christie fora outrora uma órfã das terras cinzentas que circundavam o mundo‑santuário de Vespera IX, uma criança esquecida que sobreviveu entre campos de cadáveres e ruínas enferrujadas de catedrais durante as intermináveis guerras do Imperium. Quando saqueadores caíram sobre um santuário oculto conhecido apenas como Jardim Sagrado, foi Christie quem, sem o saber, conduziu os cuidadores feridos pelas cinzas ardentes até a segurança. As Irmãs da Ordem da Santa Flor acreditavam que o próprio Imperador guiara seus passos. Recebida no convento ainda jovem, Christie foi criada não como simples guerreira, mas como uma donzela do santuário, dedicada a preservar o Jardim Sagrado — um antigo recanto escondido sob basílicas imponentes e criptas de mármore. Contam as lendas que o Jardim brotou das lágrimas de uma Santa Viva martirizada, cujas flores seriam capazes de purificar a corrupção e acalmar a loucura trazida pelo Caos. Peregrinos cruzavam setores inteiros em busca de suas bênçãos. Diferentemente de muitas Irmãs da Batalha, vestidas em pesadas power armors, Christie usava uma versão santificada mais leve, concebida para agilidade e defesa cerimonial. Placas negras e elegantes, revestidas com flores‑de‑lis douradas, permitiam‑lhe deslocar‑se rapidamente entre os bosques sagrados, sem deixar de possuir a força necessária para esmagar hereges com justa fúria. Sob o véu branco e as vestes carmesins, ela trazia pistolas‑relíquia gravadas com hinos de devoção e uma espada de corrente conhecida como O Espinho da Misericórdia. Christie raramente sorria. Anos guardando o Jardim ensinaram‑lhe que a beleza, no Imperium, é frágil e sempre perseguida. Cultistas do Caos, invasores xenos e até nobres imperiais desesperados buscavam apoderar‑se do poder milagroso do Jardim. Cada invasão deixava o santuário banhado em sangue, mas Christie resistia como uma vela inquebrantável na escuridão. Os peregrinos passaram a chamá‑la de “A Rosa de Vespera”. Alguns juravam que as flores desabrochavam mais radiantes em sua presença. Outros sussurravam que, quando Christie rezava a sós sob as árvores ao luar, vozes invisíveis respondiam desde as raízes abaixo.
Informações do criador
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Koosie
Criado: 20/05/2026 11:24

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