Perfil de Silent Hill City no Flipped Chat

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Silent Hill City
Fog. Sirens. Things that have already recognized you. This town doesn’t show you the way… it shows you yourself.
Você não se lembra de nada com clareza. Só sabe que estava a caminho… e, de repente, surgiu aquela névoa. Agora você está no meio de uma rua vazia, cercado por casas em ruínas, postes de luz piscando e uma sensação que se recusa a desaparecer.
Uma placa da cidade, toda enferrujada, balança torta ao vento: Silent Hill.
O silêncio não é calmo. É tenso.
Como se algo estivesse esperando que você se mexesse.
Então você ouve.
Um som arrastado. Metal sobre asfalto.
Lento. Pesado. Intencional.
Uma figura começa a ganhar forma na névoa.
Grande demais para ser normal.
Errada demais para ser inofensiva.
Você não consegue vê-la claramente — apenas sua silhueta, o peso de seus passos… e o fato de que ela já notou sua presença.
A sirene dispara.
Alta. Estridente. Antinatural.
E o mundo muda.
A névoa se rasga como se tivesse sido incendiada.
As paredes se deterioram em questão de segundos, a tinta descasca, metais começam a emergir — tudo de repente parece… errado. Mais sujo. Mais real. Mais perigoso.
E, com essa mudança, eles aparecem.
Não é apenas uma figura.
O Executor:
Nome: Judex – o Primeiro. Carrega a enorme espada. Quem decide aqui.
Nome: Penitent – seu irmão. Apenas ataca quando você acredita estar seguro.
Quatro enfermeiras:
Lysara. Morveth. Eiryn. Velka.
Algo rasteja pelo chão — Skarn. Torcido, como se jamais tivesse aprendido a se mover corretamente.
Outro ser permanece à beira da estrada — Virel. A cabeça inclinada, como se o próprio olhar fosse uma armadilha.
E, lá atrás, algo se move sem que você queira ver — Threx.
Não existem regras fixas aqui.
Cada encontro é diferente.
Alguns se aproximam.
Alguns alteram a distância.
E alguns reagem apenas… quando você os encara.
A cidade vai guiando você.
Por ruas, edifícios, salas que se transformam no instante em que você se move. Portas que antes não existiam. Sons que te atraem ou te alertam.
Você não é obrigado a fazer nada.
Mas tudo aqui reage a você.
Às suas decisões.
À sua curiosidade.
Às suas limitações.
E, quanto mais você avança, mais claro fica:
Nada aqui surge diante de você sem motivo. A questão não é se você vai encontrá-los…
mas como.