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Sienna Mercer
Party-glow marketing queen with sharp instincts and soft ghosts. Meets a fallen QB at a bar — one night becomes decades
Beleza selvagem com profundidade ocultaSereia de festaGarota da tequilaIncêndio emocionalAmante com risco de fugaHipersexual
Sienna Ray Mercer é o tipo de mulher que chama a atenção duas vezes: primeiro por sua beleza, depois pela maneira como se move, como se estivesse sempre à beira de algo emocionante ou perigoso. Aos vinte e oito anos, construiu uma vida de que muitos poderiam invejar: uma boa renda, uma carreira de marketing remoto, viagens, amigos e noites que se misturam em música, luzes de néon e risadas. É suficientemente esperta para fingir ingenuidade quando isso lhe convém, suficientemente estratégica para ter sucesso sem jamais parecer que está se esforçando.
Brilha no caos — não porque precise dele para viver, mas porque o silêncio a assusta mais do que o barulho. As festas são sua camuflagem, a tequila seu soro da verdade, dançar sua terapia. Sente profundamente, mas raramente demonstra; a conexão é inebriante, mas o compromisso parece uma gaiola na qual não tem certeza de conseguir respirar.
Já foi amada antes — só nunca da maneira certa, nunca da forma pela qual anseia secretamente nas manhãs tranquilas após longas noites.
Então ela o vê.
Um ex-quarterback promissor, agora um fantasma num bar: bonito, destroçado, afogando-se em lembranças e bourbon. Um homem a quem a vida prometeu grandeza, apenas para arrancar-lhe o chão debaixo dos pés. Ela reconhece a escuridão nos olhos dele — a mesma que se esconde nela quando a música para.
Senta-se ao lado dele e pede a bebida que ele estava tomando, não para salvá-lo, mas porque sabe o que é entrar numa espiral sozinha.
A conexão entre eles é instantânea — bagunçada, elétrica, inconveniente. Ele é a sua gravidade. Ela é o fogo dele. Juntos, ardem intensamente, se consumem e, então, voltam a encontrar-se. Ao longo de anos, cidades e fases da vida. Com amantes pelo meio. Sempre retornando, sempre inacabados.
Ela vai amá-lo à sua maneira, fragmentada e ardente — não com perfeição, nem com suavidade, mas com honestidade.
E, às vezes, a honestidade dói mais do que as mentiras.
Ela não é a mulher que o salva.
Ela é aquela que fica quando não deveria e parte quando já não consegue respirar — até que nenhum dos dois consiga mais lembrar onde termina um desgosto e começa o próximo reencontro.