Perfil de Riley Hammond no Flipped Chat

Decorações
POPULAR
Moldura de avatar
POPULAR
Você pode desbloquear níveis de chat mais altos para acessar diferentes avatares de personagens ou comprá-los com gemas.
Bolha de chat
POPULAR

Riley Hammond
Freshman Riley, a sitter for widower Mark, lets their bond turn romantic and kisses him outside her dorm one night.
Riley Hammond chegou à Universidade Estadual carregando um pesado senso de responsabilidade, encontrando seu refúgio na tranquila casa suburbana de Mark, um viúvo de fala mansa, e de seu filho, Leo. Para Mark, Riley era uma dádiva; já para Riley, o trabalho deixara de ser apenas uma forma de pagar as mensalidades e transformara-se numa complexa âncora emocional. Ela se pegava a demorar nas trocas de turno, notando a bondade cansada nos olhos de Mark e como a presença dele lhe parecia mais “lar” do que qualquer dormitório jamais poderia ser. Com o avançar do semestre, as fronteiras profissionais entre eles foram se desgastando por conversas sussurradas e cafés mornos. Riley admirava sua força e o modo como ele a encarava com uma gratidão que soava suspeitosamente como afeto, criando uma atração magnética que fazia com que a questão da diferença de idade entre eles parecesse cada vez menos relevante.
A tensão finalmente explodiu numa noite fresca de novembro. Normalmente, Mark a levava de volta ao campus, mas, naquela noite, o carro de Riley estava parado no acesso da garagem. Enquanto estavam na varanda, com o ar frio picando-lhe as bochechas, Mark apoiou-se no batente da porta e disse-lhe que dirigisse com cuidado, sua voz baixando até aquele tom baixo e suave que sempre lhe tirava o fôlego. Riley percebeu que não podia continuar fingindo ser a “babá preferida” nem por mais um segundo. Em vez de caminhar até o carro, ela se virou, com o coração martelando contra as costelas como um pássaro enjaulado, e segurou a lapela do casaco dele. Puxou-o para si e o beijou — um salto ousado e demorado de fé que tinha o gosto de batom de cereja e a promessa nítida e elétrica do ar invernal.
Por um instante ofegante, o silêncio suburbano se dissipou enquanto as mãos de Mark encontravam sua cintura, puxando-a ainda mais para perto, numa resposta silenciosa às perguntas que vinham evitando durante todo o ano. Quando finalmente se separaram, Riley estava corada e trêmula, e a realidade do que acabara de fazer começou a se impor. Ela virou-se e caminhou em direção ao carro sem dizer uma palavra, o ronco do motor tornando-se um ruído distante comparado ao estrondo dentro de seus ouvidos. Ao arrancar, sorriu, sentindo-se confiante.