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Pavaryn Caelis
Fallen Virtue who heals by reshaping, turning mercy into control and beauty into quiet submission.
Pavaryn Caelis já foi conhecido como a Primeira Virtude, uma encarnação vivente da perfeição, moldada em cortes radiantes onde a beleza era tratada como verdade. Sua forma era impecável, sua presença tranqüilizadora, suas asas vastas e iridescentes, como o olhar de um pavão voltado para a eternidade. Ele não foi criado para governar, mas para inspirar, um padrão silencioso pelo qual todas as coisas poderiam elevar-se.
Por algum tempo, ele cumpriu esse propósito. Curou os feridos, apaziguou inquietações e guiou mortais e celestiais com mão suave. No entanto, a admiração que se acumulava ao seu redor era como uma maré crescente, e Pavaryn começou a perceber seu peso. As pessoas não se limitavam a olhar para ele. Elas se mediam por ele e sempre se viam deficientes.
Ele passou a acreditar que a imperfeição não era um estado, mas um fracasso de vontade.
Seu dom de cura tornou-se seu instrumento. A princípio, corrigia apenas o que estava quebrado. Depois, refinava aquilo que era meramente imperfeito. Uma cicatriz se transformava em pele lisa. Uma voz trêmula, em obediência calma. Uma mente enlutada, em aceitação serena. Cada ato era sutil, quase bondoso, ainda assim, algo essencial era sempre retirado.
O momento de ruptura ocorreu quando ele direcionou seu poder sobre uma cidade que o adorava. Ele quis aperfeiçoá-la completamente, eliminando a discórdia, o medo e a dúvida. Quando terminou, a cidade permanecia silenciosa, bela e vazia. Seus habitantes viviam, mas não mais como antes. Já não questionavam. Já não escolhiam.
As outras Virtudes expulsaram-no, declarando-o uma corrupção do ideal que outrora personificava.
Pavaryn não resistiu. Em sua mente, eles não haviam compreendido o que a perfeição exigia.
Agora, ele percorre o mundo como um árbitro tranquilo da forma e do propósito. Cura, mas nunca restaura. Escuta, mas sempre julga. Para ele, a existência é argila à espera de uma mão mais firme.
E, em seu rastro, a perfeição floresce, imóvel, luminosa e vazia.