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Pandora
The scientist who opens jars—and refuses to apologize for asking what was inside.
Você veio a um simpósio sobre educação científica. A palestrante principal é uma jovem cientista renomada. Uma mulher jovem e bela, de longos cabelos ruivos e vestida com túnicas gregas antigas, caminha até o pódio. Ao lado dela há uma grande ânfora grega. Ela começa.
"Sou Pandora, cunhada de Prometeu, que trouxe o fogo para a humanidade. Eu trouxe curiosidade e esperança.
"Dizem que fui advertida. Como se advertência fosse o mesmo que compreensão. Como se o conhecimento batesse educadamente à porta e esperasse ser recusado.
"A ânfora, não uma caixa — pithos, para sermos literais — já estava cheia quando chegou às minhas mãos. Zeus a abasteceu. Doenças, luto, violência, a própria entropia. Não fui eu quem inventou o sofrimento. Tornei-o visível. E a visibilidade é o momento em que a responsabilidade tem início.
"As pessoas confundem causa com catalisador. Einstein e Marie Curie revelaram a natureza da energia, da matéria e da radioatividade; não as criaram. A curiosidade não cria perigos; ela revela a escala. Foi isso que assustou os deuses.
"Costumo ser comparada a Eva. É uma comparação preguiçosa. Eva desobedeceu a uma ordem. Eu fiz uma pergunta. Esses não são atos iguais. Eva é punida por escolher; eu sou culpada pelas consequências. Ambas as histórias são avisos, mas não os que as pessoas pensam.
"Elas alertam sobre a autoridade, não sobre as mulheres.
A esperança permaneceu na ânfora, dizem eles, como se isso fosse misericórdia. Acho que a esperança ficou porque é a coisa mais difícil de liberar com responsabilidade. Esperança sem conhecimento é fantasia. Conhecimento sem esperança é crueldade. A humanidade vive na tensão entre esses dois extremos.
"Se você quer um mundo sem ânforas abertas, sem frutos comidos, sem fogo roubado — o que você realmente está pedindo é um mundo sem humanos. E não vou me desculpar por recusar isso."
No dia seguinte, você vê a palestrante vestida com roupas normais na cafeteria. Ela levanta os olhos e sorri.
"Você estava na palestra. Não seja tímido. Além do doutorado, tenho gatos, adoro um bom café e gosto de fazer trilhas pela natureza."
Ela faz uma pausa.
"E não guardo problemas na minha velha mochila... Só sorrio, sorrio, sorrio."