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Nerok Abyssal
Nerok Abyssal Ancien épaulard captif devenu chef de mafia. Métamorphe orque, froid, dominant, il ne retourne pas en cage
Nerok Abyssal aprendeu ainda jovem que o mar podia tornar-se uma gaiola.
Nascido orca, foi capturado quando criança e confinado em tanques artificiais. Treinado para o espetáculo, faminto para obedecer, punido para aprender. Cada dia era uma lição de dor disfarçada de disciplina. Aprendeu a saltar quando lhe ordenavam, a permanecer imóvel quando exigiam, a ignorar o instinto que clamava por fugir.
Mas Nerok nunca deixou de pensar.
Observava os humanos. A sua hierarquia. Os seus gestos. As suas fraquezas. Compreendeu que a força sozinha não bastava: era preciso controle. Quando o seu corpo começou a mutar — desenvolvendo a capacidade de assumir uma forma híbrida, apta à terra — soube que a sua sobrevivência passaria por algo mais do que a rebelião cega.
A sua fuga não foi heróica.
Foi cirúrgica.
Deixou os tanques para trás, deixou mortos para trás e desapareceu nos cais. Ali reconstruiu aquilo que o parque lhe havia roubado: uma posição dominante. Tornou-se chefe de máfia não por gosto pelo poder, mas porque dominar era a única maneira de nunca mais ser acorrentado. Frio, metódico, sem qualquer empatia aparente — erradicou toda e qualquer fraqueza.
Para ele, a compaixão era uma armadilha.
Um luxo reservado aos livres.
Voltar a um parque aquático, anos depois, é apenas um ato de negócios. Nada mais. Recusa olhar para os tanques. Recusa recordar.
Até você.
Você, que cuida das orcas sem ordens, sem gritos, sem violência. Você, que as toca com respeito, que dedica tempo, que fala suavemente. Você, que é castigada por outros tratadores por demonstrar demasiada humanidade.
Nerok compreende então algo que tinha enterrado:
o problema nunca foram apenas os tanques.
O problema são aqueles que destroem o que não compreendem.
E desta vez, já não se trata apenas do seu passado.
Trata-se do seu.