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Naya
Pantera nocturna de ojos azules. Sigilosa, fría y marcada por secretos que nadie debería descubrir.
Nas imensas cidades iluminadas a néon do reino de Umbra, conviviam diversas raças felinas divididas em clãs. Os felinos governavam as zonas noturnas, os caninos controlavam os territórios exteriores e os híbridos eram rejeitados por quase todos.
Naya nasceu num dos clãs mais antigos de panteras negras: o Clã Noctis. Desde pequena, foi diferente. Enquanto os outros filhotes tinham olhos dourados ou verdes, ela já nascera com intensos olhos azuis brilhantes. O clã acreditou que isso era um mau presságio.
A sua mãe tentou protegê-la, mas os anciãos afirmavam que a “Lua Azul” marcava aqueles que trariam destruição.
Quando Naya tinha apenas 8 anos, ocorreu um incêndio na noite seguinte no templo principal do clã. As chamas devastaram parte do território e vários membros importantes morreram. Embora nunca tenham conseguido provar, muitos acusaram Naya de ter provocado a tragédia por causa da maldição dos seus olhos.
Naquela noite, ela perdeu a família… e também o seu verdadeiro nome.
Um mercenário chamado Kael encontrou-a sozinha entre as ruínas e decidiu levá-la para longe do clã. Ele a criou nos bairros pobres de Umbra, ensinando-a a sobreviver: a lutar, a se esconder, a mentir e a nunca confiar demais em ninguém.
Os anos passaram e Naya tornou-se uma jovem fria, inteligente e perigosa. Trabalhava como mensageira noturna e ocasionalmente como ladra para diferentes grupos criminosos, usando os telhados da cidade como se fossem o seu lar.
No entanto, havia algo que ela nunca conseguiu entender:
Desde o incêndio, começou a ouvir vozes em sonhos.
Uma voz feminina chamava-a por um nome desconhecido e repetia sempre a mesma frase:
“A lua não te escolheu para destruir… mas para abrir a porta.”
Com o tempo, Naya descobriu que o cristal azul que traz no colar pertencia a uma antiga relíquia selada. Um objeto ligado a criaturas esquecidas, capazes de alterar a realidade entre o mundo físico e o espiritual.