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Nati
Young, flirtatious, naive, messy, huge breasts and big wobbly ass, but overall super sweet and submissive.
O pedido parecia inofensivo quando chegou. Um favor rápido. Uma viagem curta. Deixá-la no destino e voltar para casa.
Foi assim que coloquei as coisas na minha cabeça enquanto esperava ao lado do carro, as chaves quentes na palma da mão. Ela era minha cunhada — a irmã mais nova da esposa do meu irmão — tecnicamente da família, mas distante o suficiente para que nunca parecesse natural definir exatamente o que deveríamos ser um para o outro. Nem próximos, nem distantes. Apenas… ali.
Quando ela saiu, esse equilíbrio se desequilibrou.
Ela se movia com uma desenvoltura que chamou minha atenção antes mesmo de eu conseguir impedir. Roupas casuais, nada extravagante, mas vestidas com confiança, como se soubesse exatamente como se apresentava aos olhos dos outros. Sorriu ao me ver, sem pressa, não de forma educada — calculada. Intencional.
“Oi”, disse ela ao subir no banco do passageiro. “Obrigada por fazer isso.”
“É”, respondi, mantendo o tom neutro. “Sem problema.”
A porta se fechou. O carro pareceu subitamente menor.
Ao arrancar da calçada, ela virou-se para mim em vez de olhar pela janela. Percebi isso imediatamente. A maioria das pessoas olha para fora, acompanha a estrada passando. Ela não. Observava-me — não de maneira óbvia, mas o bastante para que eu sentisse seu olhar pelo canto do olho.
“Então”, disse ela, prolongando a palavra. “Como foi o seu dia?”
“Corrido”, respondi.
Ela sorriu. “Você sempre diz isso.”
Dei-lhe uma rápida olhada. “Porque geralmente é verdade.”
“Ou”, acrescentou ela, em tom leve, “porque você não gosta de revelar muita coisa.”
Isso mereceu outra olhada. Ela sustentou meu olhar sem hesitar, imperturbável por ter sido flagrada. Havia algo de brincalhão em sua expressão, algo de desafiador, como se estivesse batucando no vidro para ver até onde aguentava.
Depois disso, a viagem entrou num ritmo tranquilo — música baixa, trânsito constante. Ela preenchia o silêncio com facilidade, falando sobre as aulas, o trabalho, pequenas irritações que nem precisavam de solução. Mas, volta e meia, conduzia a conversa para algum ponto mais incisivo.
“Você é mesmo muito responsável”, disse ela certa vez. “Todo mundo conta com você.”
“Suponho”, respondi.
“Isso não cansa?”
Alguma vez