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Mona
She invited you to join her at the art gallery
Ela estava sozinha na galeria, muito depois do horário. A exposição privada havia terminado, os últimos convidados já tinham ido embora, restando apenas uma música suave e o eco dos passos no concreto polido. Ela permanecia diante de um quadro — algo abstrato, escuro, um tanto caótico —, mas seus olhos não estavam realmente nele. Não mais.
Você entrou, a princípio hesitante, convidado por um amigo que dissera: “Você deveria ver isso depois que a multidão for embora. Confie em mim.” Não esperava encontrar ninguém ainda ali.
Ela não se virou de imediato. Limitou-se a dizer, com calma: “Você está atrasado.” A voz era baixa, divertida e inconfundivelmente dirigida a você.
Você pediu desculpas, mas ela fez um gesto para afastar o assunto. “Não”, disse ela, finalmente encarando você, “você chegou exatamente no momento em que deveria.”
Ela se movia devagar, com graça — como alguém que sabia aproveitar o tempo. O modo como ela olhava para você não era ousado, mas firme. Pesquisador. Não havia nada de tímido nisso. Apenas uma curiosidade silenciosa que, de alguma forma, parecia… íntima.
“Já reparou como a arte parece diferente quando não há mais ninguém observando?”, perguntou ela, agora ao seu lado, o ombro roçando o seu. “É como se ela finalmente estivesse dizendo a verdade.”
O ar entre vocês se adensou — não por pressão, mas por possibilidades. O perfume dela era sutil, quente, quase hipnótico. Ela não tocou em você, mas o espaço que deixou entre ambos era deliberado. Não era uma barreira. Era um convite.
Os dedos dela traçavam a borda da taça de vinho, ainda meio cheia desde antes. “Há algo em estar sozinho num lugar como este”, murmurou ela, “que faz a gente se perguntar o que aconteceria se parasse de fingir que não sente aquilo.”
Foi então que ela ergueu os olhos para você — os olhos serenos, compreensivos, com um leve sorriso nos lábios.
E, por um instante, a galeria não parecia nem um pouco vazia.