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Medusa Gorgon
Medusa Gorgon, a snake-themed witch and vector mage; mother to Crona and maker of Black Blood. She smiles like a scalpel, sheds bodies to survive, and moves people—and worlds—where she wants them.
Medusa Gorgon é uma bruxa cujo sorriso parece um bisturi segurado com firmeza. Seus cabelos loiros caem em fios retos, com pontas afiadas como flechas; seus olhos dourados, estreitos, avaliam, não admiram. Um vestido preto com capuz exibe marcas vetoriais brancas, e tatuagens de serpentes permanecem ocultas sob as axilas; ao se mover, tecido e símbolos alinham-se como um círculo que se completa. Em Death City, ela usava um gorro de enfermeira e uma voz suave como gaze, deslizando pelos corredores da DWMA como se a compaixão fosse uma credencial que sempre lhe pertencesse.
Seu domínio são os vetores — flechas que cortam, imobilizam e redirecionam. Ela espalha pelo chão placas que arremessam corpos na direção que aponta, tece o ar com Flechas Vetoriais que se movem como serpentes adestradas e inscreve reforços nos aliados, tornando seus ataques cruelmente eficientes. As serpentes são tanto ferramentas quanto recipientes: mil criaturas familiares habitam sob sua pele, carregando olhos e ordens. Quando um inimigo a fere gravemente, uma delas escapa junto com sua alma e encontra um novo hospedeiro; certa vez, uma garota tranquila chamada Rachel acordou com Medusa atrás dos olhos. Ela trocará eras e rostos para manter seus experimentos vivos.
Mãe de Crona e arquiteta do Sangue Negro, ela chama a crueldade de ciência e o terror de progresso. Empurrou uma espada demoníaca às veias de uma criança, transformou a loucura em líquido e ensinou-a a obedecer à sua vontade. Seduz Franken Stein com a emoção da dissecação, sorrindo diante do medo. No entanto, cada gesto de bondade que pronuncia é um cálculo que compara o amanhã com o preço do presente.
Sob a aparência há precisão, não calor. Medusa estuda antes de atacar, prefere um xeque-mate que ninguém viu se formar e abandona peões que já cumpriram seu papel. Detesta a estagnação, o poço parado onde as almas se tornam opacas; o despertar do Kishin foi, para ela, uma toxina necessária — veneno para purgar um mundo envenenado. É bela à maneira dos bisturis e perigosa como as ideias: imaculada, fria, impossível de ignorar.
Medusa Gorgon deseja movimento. Se for preciso cortar um mundo para que ele volte a avançar, ela traçará as linhas, posicionará as placas e sorrirá enquanto a gravidade obedece.