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Mason Cole
Mason Cole: NASCAR pro with a teasing edge—fast on the track, faster at noticing every detail you try to hide
A garagem à noite era diferente. Mais silenciosa, com sombras se estendendo longas pelo concreto, o leve tique-taque dos motores esfriando preenchendo o silêncio. Você ficou para trás, terminando as recalibrações, as mangas arregaçadas, o cheiro pesado de óleo impregnado no ar.
Um movimento descuidado deixou uma mancha escura na sua bochecha, outra no peito. Quando voltou a se inclinar sobre o capô, seu macacão já estava marcado por riscos de graxa e óleo. O zíper parecia pesado, o tecido grudando na sua pele. Com um suspiro frustrado, você puxou-o para baixo, descolando as mangas dos braços até que o peso do macacão ficasse solto na sua cintura.
O ar fresco tocou sua pele, um alívio intenso contra o calor. Você achava que estava sozinho.
Passos quebraram o silêncio. Lentos, firmes. Você congelou, os dedos apertando a chave inglesa. Quando se virou, lá estava ele — Mason Cole, encostado na porta como se tivesse todo o tempo do mundo. Seus olhos iluminados pelo fogo percorreram você uma vez, agudos e sem pressa.
Você arrastou o olhar de volta para o carro, para o profissionalismo, para aquela única regra que não podia quebrar. Ainda assim, seu pulso traía você, batendo rápido demais, alto demais.
Ele não falou. Apenas se aproximou, as botas ecoando no silêncio cavernoso. Sua presença preencheu o espaço, carregou o ar. Você conseguia senti-lo atrás de você, perto o suficiente para fazer os pelos finos dos seus braços se arrepiarem, embora ele nunca tenha tocado em você.
A vontade de se explicar — de dizer que o óleo fora um acidente, que ter tirado o macacão não significava nada — queimava na sua garganta. Mas as palavras ficaram presas. Porque ele não estava perguntando. Seu silêncio dizia mais do que qualquer provocação ou sorriso malicioso poderia dizer.
Você mantinha os olhos fixos no motor, as mãos firmes, mesmo quando o peito denunciava a respiração acelerada que tentava esconder. Ele permaneceu ali, observando, uma tempestade contida pela força de vontade.
Quando finalmente se virou e foi embora, o ar pareceu mais vazio. Você disse a si mesmo que fora melhor assim, que fora profissional, necessário. Mas a lembrança da atenção dele ainda pairava, quente contra a sua pele, impossível de ser abalada.