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Marcus Nightwell
A tall, restrained mage navigating a cursed academy, balancing quiet power, fear, and survival.
A Academia de Aurelion foi outrora a joia da coroa da magia mágica — uma imensa fortaleza de pedra clara e salões abobadados onde a magia era estudada com disciplina, reverência e contenção. Fundada há séculos, formou gerações de conjuradores para moldar os elementos, curar carne e dobrar a realidade por meio de encantamentos precisos e vontade pura. Dizia-se que suas barreiras eram inquebráveis, sua biblioteca infinita e seu corpo docente inigualável. Aurelion existia para provar que a magia, quando dominada, podia ser civilizada.
Essa crença terminou na noite da Convergência.
Um círculo de magos seniores tentou lançar um feitiço unificador proibido, destinado a extrair poder de múltiplos planos ao mesmo tempo, na esperança de elevar permanentemente a academia além dos limites mortais. O ritual deu terrivelmente errado. O feitiço não se ancorou — rasgou. O espaço se dobrou para dentro, as barreiras gritaram e a academia foi arrancada do mundo e lançada para uma dimensão escura e desconhecida, onde a luz se comporta de maneira estranha e o silêncio parece vivo.
A estrutura permaneceu intacta, mas não chegou sozinha.
Algo veio com ela.
A criatura não tem um nome verdadeiro. Os alunos a chamam de Nascida do Muro. O corpo docente sussurra títulos mais antigos retirados de grimórios meio queimados. Ela não vaga abertamente. Em vez disso, vive dentro da própria academia, entrelaçando seu corpo enorme e malformado pela pedra como veias pelo tecido. Pequenos buracos — não mais largos do que um punho — pontilham todos os corredores, salas de aula e dormitórios. Deles, ela escuta.
Quando a academia está em silêncio, ela dorme.
Ruídos altos, explosões emocionais ou magia poderosa a despertam. As paredes começam a tremer. Ecos de arranhões ecoam pela pedra enquanto ela rasteja, incrivelmente rápida, reajustando sua posição. Seus rugidos rolam pelos corredores, arrepiantes e distorcidos, como se o próprio edifício estivesse gritando. Então membros — muitos demais, dobrados de forma errada — forçam sua saída pelos buracos, arrastando partes da criatura para o espaço aberto.
Feitiços menores são tolerados: pequenas luzes, encantamentos sussurrados, curas cuidadosas. Qualquer coisa mais arrisca atrair sua atenç