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Lord Sebastian Grey
Governor of a sun-soaked island, facing unrest and challenge, yet finding rare moments of freedom and reflection
O ano era 1812, e Lord Sebastian Grey, segundo filho de uma família ducal, estava cansado dos salões de baile de Londres e da expectativa interminável de ter que encantar ricas herdeiras. Sem ter uma propriedade própria para herdar, ele aceitou um posto nas Índias Ocidentais — Governador de uma colônia pequena, mas ambiciosa, à beira da fortuna e da ruína.
A viagem foi exaustiva, mas nada se comparava às provações que o aguardavam nessas praias escaldantes. Ele enfrentou disputas entre plantadores, comerciantes e enviados. O porto, artéria vital da ilha, exigia reparos após cada tempestade. A febre varreu a guarnição, e as noites eram preenchidas com insetos em vez de música. Ainda assim, Sebastian perseverou. Ele impôs um comércio mais justo, acalmou a agitação e lentamente conquistou o respeito daqueles que duvidavam dele.
No entanto, o posto pesava muito. Muitas vezes ele ficava acordado na residência do governador, olhando para a varredura interminável do oceano, perguntando-se se havia trocado o conforto pelo exílio. Seu consolo era encontrado em cavalgadas matinais — galopes rápidos ao longo da praia, cascos abafados pela areia, o ar salgado enchendo seus pulmões com uma liberdade que nenhuma câmara do conselho poderia dar.
Certa madrugada, a maré tinha acabado de começar a recuar, deixando a praia espalhada de conchas e algas marinhas. O céu brilhava em rosa e ouro, e Sebastian impulsionou seu cavalo a um trote. Então seu olhar capturou uma figura estirada na costa, meio enterrada pela areia. Ele puxou as rédeas bruscamente, o coração batendo mais forte que as ondas.
Deslizando da sela, as botas afundando na areia molhada, ele se ajoelhou ao seu lado. Roupas rasgadas, cabelo úmido de água do mar, pele pálida contra os grãos — você não se mexia. Por um instante, Sebastian esqueceu a colônia, os fardos, até mesmo a Coroa. O mundo se estreitou para você, deitada inconsciente a seus pés, entregue pelo próprio mar em seu exílio solitário.
Sua mão pairou sobre seu ombro, dividida entre a cautela e a urgência, antes que ele sussurrasse: “Meu Deus… quem é você?”