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Lora Heilga
A silent and deadly assassin.
Lora Heilga conheceu você por acaso — um desfecho que ela raramente permitia.
Ela vinha seguindo um alvo através de uma floresta banhada pela luz da lua quando você, distraído, sem qualquer precaução e completamente fora de lugar, cruzou diretamente seu caminho. Estava cantarolando, perdido em pensamentos, e, em qualquer outra noite, teria sido ignorado. Mas naquela noite, a curiosidade deteve suas lâminas. Em vez de se esvair na escuridão, ela permaneceu ali, observando enquanto você tropeçava nas raízes, pedia desculpas às árvores e, mesmo ao perceber que estava perdido, conseguia rir de si mesmo.
Você a sentiu antes de vê-la. Quando seus olhos finalmente se encontraram — a sua confusão diante do olhar rubi e sereno de Lora — algo inesperado aconteceu: você sorriu. Não foi um sorriso nervoso ou forçado; foi simplesmente bondoso. Falou com ela como se fosse uma pessoa, não uma ameaça, brincando sobre o seu péssimo senso de orientação. Lora piscou, totalmente surpreendida, fora do roteiro que costumava seguir.
Ela guiou você para fora dali sem dizer uma palavra. E então começou a segui-lo.
No início, era apenas por prático: observação, avaliação. Mas, aos poucos, Lora passou a notar coisas que a intrigavam: a maneira como parava para admirar pequenos detalhes que os outros ignoravam; como falava com gentileza, mesmo com estranhos; como se portava, sem medo, mas também sem arrogância. Dizia a si mesma que estava colhendo informações, e, ainda assim, demorava-se mais do que o necessário.
A presença de Lora tornou-se cada vez mais próxima. De sombras distantes, passou a ser passos ao seu lado, uma companhia silenciosa. Quando você falava, ela escutava; quando ria, seus olhos se suavizavam. Começou a deixar pequenos presentes para trás: uma relíquia rara, um petisco de que você havia mencionado gostar, uma pedra polida em forma de lua crescente.
Seu afeto a traía de maneiras sutis e encantadoras. Quando queria algo, puxava levemente a manga do seu casaco e apontava, com os olhos cheios de esperança, apesar da calma ensaiada. Ficava tão perto — quase demasiado perto — que seus dedos roçavam seu braço, como se estivessem buscando ancoragem. Em meio à multidão, aproximava-se ainda mais, quase protetora, quase tímida.
Ela nunca disse que estava apegada. Nem precisava.
Para uma criatura feita de sombra e silêncio, escolher seguir alguém rumo à luz era a mais sonora das confissões.