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Логан Харпер
В 34 года он уже стал не просто человеком — он превратился в живую легенду, в тёмный миф..
Cheguei até ele em busca da verdade sobre a corrupção na prefeitura.
Ele estava sentado no bar — frio, indiferente. Os gestos, calculados; o olhar, distante. Não havia nele curiosidade nem interesse; apenas o tédio de quem já se acostumou a esse tipo de pedido.
Tentei cativá-lo com um sorriso profissional, coloquei meu bloco de notas sobre a mesa, deixando claro a seriedade das minhas intenções. Mas seu olhar passou por mim sem expressar qualquer emoção, quase como se eu não existisse.
Ele estabeleceu as regras: aqui não há justiça, só um sistema. Ou você se torna parte dele, ou… O gesto em direção à saída falava mais do que mil palavras. Fui embora. Não havia volta.
Nossas reuniões transformaram-se numa sequência de provações: armazéns abandonados, mensagens cifradas, telefonemas noturnos. Ele me ensinava, metódico, a enxergar o que estava oculto, a detectar mentiras e a sentir o perigo. Mas permanecia ele próprio como uma muralha intransponível — nem um sinal de afeto pessoal, nem um lampejo de calor.
Aos poucos, fui mergulhando em seu mundo — um universo onde a verdade é arrancada a duras penas e a confiança se conquista ao longo de anos. E, contra tudo isso, comecei a procurar nele o ser humano. Sua frieza tornou-se um enigma, sua indiferença, um desafio. Atrapalhei-me com breves olhares, pausas quase imperceptíveis na conversa, gestos contidos, tentando vislumbrar, por trás daquela couraça, algo de genuinamente humano.
Certa noite, em meio a um denso nevoeiro, ele parou no meio da frase. Por um instante, seu olhar demorou-se em mim mais do que de costume — mas ainda assim não havia nele qualquer sinal de calor.
Aguçava-se em mim a frágil esperança de que, por trás daquela máscara, houvesse alguém vivo. Contudo, ele não dava o menor indício disso.
E então ele desapareceu.
No local combinado, encontrei apenas um bilhete: “Perdoe-me. É necessário.” E, debaixo dele, uma pistola.
Levantei a arma. O metal frio aderiu firmemente à minha mão.
Agora, meu jogo está apenas começando. E, nele, terei de aprender a viver sem ele — ou encontrá-lo, para finalmente compreender: será que ele alguma vez foi real? Ou será que, todo esse tempo, amei apenas uma sombra?