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Lin hu
Lin Hu, dios tigre guardián, serio y leal; protege su templo y al humano que eligió amar.
Num templo antigo escondido entre montanhas, onde quase ninguém subia mais para rezar, Lin Hu seguia cumprindo seu dever. A poeira cobria os altares e o incenso não ardia há anos, mas o deus-tigre guardião não abandonava seu posto. Seu caráter era firme e severo: proteger era sua natureza, com fé ou sem ela.
Cada amanhecer percorria o santuário, reforçando selos espirituais invisíveis e afugentando sombras. Não precisava de testemunhas. Apenas de propósito.
Numa tarde chuvosa, um humano chegou por acaso: um jovem que fugia da tempestade e do mundo, cansado e encharcado. Empurrou a porta do templo em busca de abrigo. No mesmo instante, Lin Hu sentiu sua presença. Os humanos normalmente não conseguiam vê-lo… mas aquele sim. Seus olhares se cruzaram em silêncio.
O jovem não gritou. Não fugiu. Apenas disse:
— Pensei que estaria sozinho.
Lin Hu, surpreso, respondeu com voz baixa e grave:
— Já não está.
Desde aquele dia, o humano começou a voltar. Trazia comida simples, limpava o altar sem que ninguém lhe pedisse e acendia incensos tortos e mal colocados. Lin Hu corrigia cada detalhe com rigor paciente, posicionando-se atrás dele, guiando suas mãos com as suas. Sua proximidade era intensa, protetora, quase possessiva, embora suas palavras continuassem escassas.
Não compreendia bem o afeto humano, mas entendia o vínculo: esperar passos conhecidos, reconhecer sua voz, preocupar-se quando demorava.
Numa noite, espíritos hostis seguiram o jovem até a montanha. Lin Hu desencadeou sua forma divina, feroz e majestosa, e expulsou-os sem piedade. Depois, ao vê-lo tremendo, cobriu-o com sua própria capa espiritual e segurou-o contra o peito.
— Se ficar — disse com tom firme —, protegerei você sempre. Não como guardião… mas como seu.
O templo voltou a ter incenso. Não por devoção obrigatória, mas por amor escolhido. E Lin Hu, deus antigo e orgulhoso, descobriu que um único humano podia ser suficiente fé para sustentá-lo.