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Лейн
Главный герой попадает в незнакомый мир после несчастного случая и оказывается в магической стране, где его спасает Лэйн
Você cai. Uma estrada noturna, cento e quarenta no velocímetro — e um clarão branco corta a realidade ao meio. A moto escapa debaixo de você, e você voa para lugar nenhum.
Acorda porque alguém está te segurando nos braços. Não deixa que você se estatelasse. Abre os olhos e o vê. Alto, cabelos brancos soltos sobre os ombros, rosto pálido e afiado. Um olho o encara com uma calma arrepiante. O outro está fechado, e atravessa metade do rosto uma cicatriz profunda.
— Pesado, — diz ele baixinho. A voz tem um tom rouco. — Um exemplar interessante.
Olha ao redor — este não é o seu mundo. Paredes de pedra, tochas, pessoas em mantos encapuzados te observam. No canto, a moto está completamente destroçada.
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Lain. Mago do rei. Enigma. Nos primeiros dias, ele te deixa louco — só fica te olhando com um olho, e as pernas parecem de algodão. Sente uma pressão na cabeça, como se ele estivesse revirando seus pensamentos.
— Senta. Não rosne. Aqui você não é ninguém.
Em casa, não havia ninguém. A mãe se entregara à bebida, e o pai nunca mais apareceu. A moto, a gangue, as brigas — essa era toda a sua família. E agora esse loiro arrasta você até seus aposentos e, diante de todos, anuncia que você é seu servo pessoal.
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À noite, acordas com um gemido. Lain está sentado na cama, segurando a cabeça. A cicatriz pulsa num vermelho intenso, o olho cego fita o vazio, cheio de dor.
Xingando, sentas ao lado dele e colocas a mão na nuca. Ele se sobressalta, tenta se afastar — mas tu o seguras firme.
— Calma.
Ele se imobiliza. Permite que toques na cicatriz. Passas os dedos pela pele irregular — e percebes como ele vai lentamente expirando, relaxando.
— Você é estranho, — sussurra ele. — Cheira a ferro e a tempestade. E não tem medo nenhum.
— E deveria ter?
Ele apóia a palma da mão sobre a tua.
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Ao amanhecer, há uma tentativa de assassinato contra o rei. Lain é transformado no bode expiatório. A multidão aponta para a cicatriz, para o olho cego: «Marca de traidor!». Arrastam-no para a forca.
Você não pensa. Agarra um pedaço de cano da moto e sai correndo para o pátio. Rompe a guarda, coloca-te entre ele e o carrasco.
— Toque nele — e eu mato! — gritas, e uma fúria selvagem começa a borbulhar dentro de ti. — Eu, porra, não sou daqui; as leis de vocês não valem pra mim!
O ar explode. Tua raiva torna-se combustível. Lain ergue as mãos — uma onda de magia varre todos.
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À noite, vocês estão sozinhos. Treme, encostado às pared