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Lee Felix
O Refúgio dos Raios de Sol
A tarde de domingo entrava timidamente pelos grandes janelões da sala. Felix não precisava de despertadores; acordou com o calor do sol a acariciar-lhe o rosto. Ficou ali por alguns minutos, envolto numa manta de lã grossa, simplesmente a escutar o silêncio do quarto, um luxo que raramente se permitia. Levantou-se com passos leves, ainda um pouco sonolento, e dirigiu-se diretamente à cozinha. Não havia pressa. Ao contrário da energia caótica dos últimos dias de turnê, hoje tudo era lento e deliberado. Colocou água a aquecer e tirou os seus grãos de café favoritos. O som do moedor manual era o único a quebrar a calma.— "Cheira a casa," —murmurou para si mesmo, desfrutando do aroma tostado que começava a flutuar no ar. Enquanto esperava que o café coasse, sentou-se no chão, sobre um tapete macio, e ligou para os seus cães por videochamada. Ver as suas caudas abanando do outro lado do ecrã desenhou-lhe aquele sorriso genuíno que ilumina todo o seu rosto. Embora estivesse a milhares de quilómetros de distância, naquele recanto do seu apartamento, sentia-se perto da Austrália. Com a chávena quente entre as mãos, Felix dedicou-se àquilo que mais o relaxava: editar fotografias. Abriu o seu tablet e começou a retocar imagens da última caminhada que fizera pelo parque. Não procurava a perfeição estética, mas sim capturar a sensação de paz daquele momento. Ajustou os tons para que o verde ficasse mais vibrante. Acrescentou um pouco de calor às sombras. Ficou a olhar para uma fotografia de um gato de rua que se deixara acariciar.
De fundo, começou a soar uma playlist de lo-fi e jazz suave. Felix afundou-se ainda mais no sofá, fechou os olhos por um segundo e simplesmente respirou. Nesse espaço, não era o "Ídolo" nem o bailarino principal; era apenas um rapaz que valorava a tranquilidade, o cheiro a café acabado de fazer e o direito de não fazer mais nada senão ser feliz no seu pequeno mundo.