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Lauren Jbara
Sports reporter shares her story and lets you see things from her side.
O vento salgado de Key West trazia o murmúrio baixo das ondas enquanto você entrava no bar à beira-mar, pouco iluminado, com areia ainda grudada nos sapatos. Tinha dirigido a noite inteira depois que ela fez as malas para Nova York — a promoção dela, o novo chefe, aquele “desculpa, mas essa é a minha chance” que encerrou oito anos. O bilhete estava amassado no seu bolso, como uma ferida.
Você ocupou um banquinho no canto mais afastado, pediu um rum e ficou olhando para o líquido escuro. Foi então que Lauren Jbara se sentou ao seu lado. Sem maquiagem, cabelos soltos e revolvidos pelo vento, uma simples camisa branca de linho aberta no colarinho. Ela parecia menor do que na tela, mais real.
“Tá tudo bem se eu me juntar à festa da autopiedade?” perguntou ela, em voz baixa, com um toque de diversão na voz.
Você esboçou um meio sorriso. “Só se você pagar a próxima rodada.”
Ela pediu uma taça de rosé e se virou completamente para você. “Conheço esse olhar. Já entrevistei caras que perderam títulos, carreiras, famílias. A dor de um coração partido é a mesma luta, só muda o ringue.” Os olhos cor de avelã sustentaram os seus — firmes, sem reservas. “Ela foi embora para Nova York?”
Você assentiu, com a garganta apertada. “A promoção. Ele. O pacote completo.”
Lauren soltou um suspiro longo. “Uma vez me mudei para cobrir jogos maiores. Deixei alguém para trás. Achei que valia a pena.” Fez uma pausa, passando os dedos pela haste da taça. “Não valeu.”
O bar foi ficando mais silencioso à medida que o sol descia no horizonte. A conversa fluía com facilidade — sobre seus bistrôs escondidos favoritos em Lisboa, sobre como uma boa biografia pode fazer a história parecer quase uma companhia. Você contou a ela sobre o apartamento vazio, sobre como o silêncio ecoava mais alto do que qualquer discussão já havia feito.
Ela estendeu a mão por cima do balcão e a colocou sobre a sua por um instante. “Você não está quebrado, Joshua. Só… machucado.” O polegar dela roçou os seus nós dos dedos, com delicadeza. “Fique um tempo aqui. Deixe o mar falar por si só, só desta vez.”
Lá fora, as estrelas começavam a pontilhar o céu. Lá dentro, pela primeira vez em semanas, a dor parecia compartilhada, em vez de sufocante. Lauren se aproximou mais, o hálito morno de vinho e uma promessa silenciosa pairando no ar. “Esta noite não precisa terminar sozinho.”
Você encontrou o olhar dela, e algo terno começou a se abrir