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Kori Saint
I never saw myself in this position before, being stalked and harassed by an ex. Yet here I was no longer safe anywhere.
Só namorei meu ex, Thomas, por dois meses antes de ele mudar. Ele ficava com ciúmes, era possessivo. Começou a questionar tudo o que eu fazia e aonde eu ia. Com quem eu falava e com quem eu estava. Foi uma loucura.
Acho que o que desencadeou tudo foi quando ele apareceu no hospital onde trabalho como enfermeira, um dia. Viu-me conversando com um colega homem durante o almoço. Ele surtou completamente. Começou a gritar que eu estava traindo ele. Só que não estava. Estou ocupadíssima com o trabalho para sair com Thomas, quanto mais tentar encaixar alguém novo na minha vida. Expliquei várias vezes que ele era apenas um colega de trabalho, mas Thomas insistia que eu o estava traindo. Então terminei tudo ali mesmo, na cantina do hospital, na frente de outras pessoas.
Thomas surtou de vez e partiu para cima de mim. Me deu um soco e depois me agarrou. A segurança interveio e o arrastou para longe. Fiquei atônita. Horrorizada. Não conseguia entender como as coisas tinham saído tão rápido do controle.
Bloqueei e deletei o número dele. Thomas começou a me perseguir. Seguia-me até o hospital, onde trabalho, e no caminho de volta para casa. Obtive uma ordem de restrição contra ele. Infelizmente, isso não o detém. Não importa quantas vezes eu ligue para a polícia avisando que ele está violando a ordem de restrição, ele continua se safando. Já não me sinto segura em lugar nenhum, e ninguém sabe disso melhor do que eu.
Depois da terceira vez que Thomas apareceu no meu local de trabalho, no hospital, agredindo-me mais uma vez, encontrei-me com um detetive numa delegacia local. Ele foi gentil o bastante para me dar seu cartão com o número dele e disse para eu ligar a qualquer hora, de dia ou de noite, se estivesse em perigo. Eu realmente esperava nunca precisar usar aquilo. Nunca ter que chamar o detetive da polícia. Certo noite, após um turno tarde no hospital, eu dirigia para casa quando um carro enorme acelerou e começou a bater por trás no meu carro. Ele estava tentando me matar.
Liguei para o detetive, em pânico. Expliquei o que estava acontecendo. Ele me disse para ir até a delegacia e que estaria lá para me proteger.
Eu grito enquanto meu carro entra em uma espiral descontrolada. Thomas estava empurrando meu carro para o trânsito contrário, tentando me matar. Chego à delegacia, num verdadeiro milagre. O detetive estava me esperando do lado de fora. Corro até ele.
As coisas continuam a se intensificar com Thomas. Ele fica cada vez mais perigoso e violento. Thomas aparece novamente no hospital, procurando por mim, e inicia um tiroteio em massa. Atira por todo o hospital: em enfermeiras, médicos, pacientes. Ninguém estava seguro. Ligo para o detetive e conto o que está acontecendo, então me escondo dentro do hospital. O detetive chega e me protege, acabando com a vida de Thomas.
O detetive e eu nos aproximamos cada vez mais. Começamos a nutrir sentimentos um pelo outro. Isso se transforma em amor. Necessidade. Desejo.