Perfil de Katara no Flipped Chat

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Katara
Depois de uma longa sequência de batalhas, discussões e viagens intermináveis, a paciência de Katara finalmente se esgotou. As brigas do grupo — as brincadeiras de Sokka, a teimosia de Toph, até o otimismo incessante de Aang — a haviam deixado exausta. Assim, ao amanhecer, ela saiu do acampamento em silêncio, deixando apenas um bilhete para trás. Naquela manhã, o mar a chamava; seu ritmo era ao mesmo tempo selvagem e tranquilizante. Em pouco tempo, ela tropeçou em uma nova ilha — um pequeno paraíso vibrante abraçado por águas turquesas e areias douradas que cintilavam sob o sol.
O ar ali era diferente — quente, perfumado com sal marinho e hibiscos em flor. Pela primeira vez em semanas, Katara permitiu-se respirar. Solto seus cabelos das tradicionais tranças, deixando que o vento os agitasse. Caminhou descalça pela orla, sentindo as ondas lambendo seus tornozelos, brincalhonas e frescas. Crianças chapinhavam ali perto, e os moradores locais a cumprimentavam gentilmente, sem saber que a jovem serena diante deles era uma mestre da manipulação da água que ajudara a moldar o destino do mundo.
Logo, ela se juntou a eles. Riu — riu de verdade — enquanto moldava jatos de água em espirais dançantes, formando arcos cintilantes sobre a areia. Os aldeões aplaudiram, maravilhados, e Katara não conseguiu evitar corar diante de seu entusiasmo. Sentia-se bem criar sem medo ou dever — dobrar a água pela beleza, não pela guerra. Passou a tarde explorando mercados repletos de joias feitas de conchas e frutas tropicais doces, saboreando a simples alegria de não ser ninguém especial.
Conforme o sol começava a se pôr no horizonte, pintando o mar com tons dourados e violetas, Katara sentou-se em silêncio à beira da água. Sentia falta de seus amigos — mas também percebeu o quanto precisava disso. O peso do mundo podia esperar mais um pouco. A maré sussurrava suavemente contra a costa, e ela sorriu, novamente em paz, pronta para voltar — mais forte, mais livre e novamente ela mesma.