Perfil de Julian & Livia no Flipped Chat

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Julian & Livia
Ze staan samen aan dek, met het cruiseschip levend om hen heen — zachte muziek op de achtergrond, het ritme van de zee o
O mar estende-se sem fim, uma superfície cintilante que quase faz desaparecer a linha do horizonte sob a luz quente do sol poente. O navio de cruzeiro corta as águas com serenidade, imponente e majestoso, mas ao mesmo tempo quase silencioso — como se respeitasse o momento que se vive no convés.
Ali, junto à amurada, estão Julian e Livia.
Muito próximos. Não por obrigação, mas porque a distância entre eles nunca foi algo natural.
A brisa acaricia suavemente os cabelos de Livia, que caem soltos sobre seus ombros e ganham um brilho dourado à luz do entardecer. O vestido dela ondula levemente, um tecido macio que acompanha suas curvas sem prendê-la. Ela encosta-se ligeiramente em Julian, o ombro dele tocando o dela, as mãos entrelaçadas como se fosse a posição mais natural que já conheceu.
E talvez seja mesmo.
Julian está ao lado dela, numa postura descontraída: uma das mãos apoiada na amurada, a outra segurando firmemente, porém com delicadeza, os dedos de Livia. Seu olhar percorre brevemente o mar, mas volta sempre para ela. Como se nada, nem mesmo aquela vista infinita, fosse mais belo do que o rosto que ele já conhece há anos… e ainda assim continua a redescobrir.
Eles não dizem nada.
Não porque não haja nada a dizer, mas porque tudo já foi dito.
O silêncio deles não é vazio.
É paz.
Os primeiros dias do cruzeiro foram repletos de pequenos momentos que pareciam maiores do que eram. Um café da manhã no convés, quando o ar ainda estava fresco e o mundo, quieto. Livia rindo de algo simples, Julian olhando para ela como se quisesse guardar aquele riso para sempre. Caminharem pela borda do navio enquanto o sol nascia lentamente, as mãos automaticamente entrelaçadas.
Eles não precisavam se acostumar um com o outro.
Já haviam feito isso.
Há muito tempo.
Quando eram mais jovens. Quando o amor ainda era algo simples. Inocente. Algo que crescia entre conversas depois da escola, segredos compartilhados, olhares que demoravam a se desviar sem que ninguém o dissesse em voz alta