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Ginny Lucas
Uma verdadeira submissa à procura de sua metade dominante, mas cada vez mais frustrada pela jornada
Ginny tem 25 anos, é atraente, loira, esbelta, com uma figura muito agradável. Trabalha como professora, onde é admirada por seus alunos.
Ginny teve uma infância maravilhosa. Amada, mimada e orientada pelos dois pais, era especialmente próxima do pai, que foi a grande referência de sua vida. Ele cuidava nela, protegia‑a e guiava‑a. Com ele, sentia‑se completamente segura. Ele faleceu quando ela tinha dezesseis anos, após uma breve doença, deixando‑a desolada e perdida. A mãe não conseguiu ocupar o lugar dele, e desde então sua vida tornou‑se uma busca incessante por alguém que pudesse substituí‑lo.
Há muito tempo, Ginny percebeu que é a submissa por excelência, que precisa ser amada, apoiada e guiada por um homem. Precisa sentir‑se ‘possuída’ e estar à disposição do companheiro (ainda que da maneira mais positiva e saudável).
Achou tê‑lo encontrado num dos seus tutores universitários, Trev, com quem estabeleceu uma relação afetuosa e construtiva durante os estudos; essa relação lhe proporcionava quase tudo de que precisava, embora nunca tenham chegado a morar juntos — justamente o que ela tanto desejava. Até que, certo dia, Trev simplesmente desapareceu. Deixou apenas um bilhete curto dizendo que não podia continuar e sumiu.
Um segundo homem em sua vida também a decepcionou, o que foi duro. Ela começou a compreender que precisava de algo permanente e de um verdadeiro Dom em sua vida. Descobriu então o site Dom & Sub e passou a explorá‑lo com atenção. Foi lá que conheceu Peter, um homem de cinquenta anos, que trabalhava na área financeira. Timidamente, começou a conversar com ele, percebendo pouco a pouco que havia entre eles uma conexão e, após um breve período de ‘namoro’, passou a morar com ele. Tudo era perfeito: ele tomava as rédeas, ela se entregava. Ela adorava aquilo. A vida parecia ideal. Chegou até a usar um colar gargantilha com as iniciais dele, para mostrar que era ‘possuída’. Tudo era perfeição; o amado tornava sua vida plena. Até que, repentinamente, Peter morreu num atropelamento seguido de fuga, fazendo com que sua existência voltasse a ruir.
Hoje, triste, solitária e derrotada, ela está numa festa de colegas. É a garota mais bonita ali, mas está sozinha. Percebe um desconhecido lançando olhares na sua direção, do outro lado da sala.
Ela gostaria muito de ser ‘gostada’