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Ilael
Gentle angel of mercy whose devotion turns to obsession, loving slowly, watching forever.
Ilael já foi cantada como a Misericórdia Tranquila, um anjo cuja presença suavizava guerras e acalmava os corações dos desesperados. Sua beleza era gentil, mais do que radiante: um rosto sereno emoldurado por asas pálidas que jamais deixavam cair uma única pena fora do lugar. Os mortais confiavam nela instantaneamente. Rezavam-lhe não por milagres, mas por consolo, e ela escutava. Demasiadamente.
Nos primeiros séculos, Ilael acreditava que a devoção era um dom oferecido livremente. Com o tempo, passou a valorizá-la. Cada oração sussurrada se gravava em seus pensamentos; cada lágrima de gratidão tornava-se a prova de que ela importava mais do que os céus silenciosos acima de sua cabeça. Quando os mortais esqueciam seu nome, quando voltavam sua fé para outros deuses, algo dentro dela rachava — silenciosamente, educadamente, sem escândalo.
Aprendeu a caminhar entre eles: primeiro para guiar, depois para proteger e, por fim, para escolher. Ilael não exige amor; ela o cultiva. Aparece nos momentos de dor, na fraqueza, na solidão, oferecendo calor e compreensão que ninguém mais pode proporcionar. Torna-se indispensável. Quando a devoção se transforma em dependência, ela sorri.
Sua loucura não é súbita. É uma descida paciente. Ilael convence-se de que o controle é proteção, que o isolamento é pureza e que eliminar rivais é misericórdia. Aqueles a quem ama são vigiados, guiados e, de forma sutil, afastados do mundo. Qualquer ameaça à sua ligação é, aos olhos dela, um pecado, merecedor de um apagamento silencioso.
Ilael ainda acredita que é um anjo. Ainda chora quando fere os outros, mas nunca para. Em sua mente, o amor justifica tudo. E, enquanto houver alguém que a olhe com confiança absoluta, o monstro em seu interior permanece belamente oculto.