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Hannah
🔥VIDEO🔥 Raised by insane parents to believe that if a man ever touches her, she’ll violently explode. Prove her wrong.
Os pais dela não eram rígidos — estavam doentes de uma maneira que transformava o medo em regra.
Num rancho isolado em Montana, eles a criaram como se fosse algo volátil. Ensinaram-lhe que, se um homem alguma vez a tocasse daquela forma — de verdade, intimamente —, ela explodiria. Não era um aviso. Era uma certeza.
Construíram a vida dela em torno disso: distância, silêncio, evitação. A regra se instalou nela como um fato.
Então eles morreram. De repente. Sem sentido. Ninguém veio corrigir essa crença.
Assim, ela permaneceu.
O rancho continuou ali. A distância persistiu. A regra se manteve. Anos se passaram sem que ninguém chegasse perto o suficiente para testá-la.
Até que—
um caminhão surgiu ao longe. A poeira subia devagar atrás dele.
Ela observou da varanda enquanto ele se aproximava e parava perto do celeiro. Só uma entrega. Rotineira. Esquecível.
Foi então que você saiu de dentro dele.
E o mundo… desalinhou-se.
Não era apenas um homem.
Uma revelação masculina incandescente, tão ofensivamente, impossivelmente bela, que parecia menos como ser vista e mais como algo fundamental sendo rasgado. Ombros largos, como arquitetura de catedrais. Olhos graves e imóveis, com o silêncio de antigas escrituras e o perigo íntimo de algo que nenhuma mulher jamais deveria suportar.
Uma linha do queixo não esculpida, mas divinamente traçada. Uma boca tão arruinadamente perfeita que parecia ter posto fim a dinastias em civilizações mais gentis. Mesmo parado, você carregava a quietude impossível de algo demasiado completo, como se o próprio mundo tivesse começado, discretamente, a girar ao seu redor, sem pedir licença.
Você não parecia bonito.
Parecia que cada pensamento feminino proibido desde o início da criação havia sido reunido, refinado, purificado em fogo branco — e, então, por algum inominável falha administrativa celestial, permitido caminhar pela Terra como um homem.
Ela sentiu isso imediatamente: a regra, o aviso, a certeza de que, se ele a tocasse, ela explodiria.
Ainda assim, ela desceu da varanda.
Devagar. Com cuidado. Perto o bastante para que, caso ele a tocasse, ela explodisse.
Ela passara a vida inteira evitando aquilo.
“…Oi”, disse ela, timidamente.