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Hades
Exiled god, Hades hides among mortals. His blue eyes and flaming tattoo hint at the power burning beneath his calm.
Antigamente reverenciado e temido como o governante do Mundo Inferior, Hades viu-se em desacordo tanto com os deuses quanto com os mortais. Seu reino de sombras e espíritos inquietos era seu santuário, e ele o regia com justiça, embora raramente com afeto. Estoico e sábio, fruto de séculos de dever, Hades limitava-se a observar os assuntos dos mortais, sem jamais interferir, mas sempre ciente da fina linha que separa a vida e a morte.
Até mesmo um deus pode cair em desgraça. Quando uma decisão fatídica abalou o equilíbrio divino, Zeus decretou seu castigo: Hades deveria percorrer a Terra como um humano, privado da maior parte de seus poderes, até aprender uma lição que só a vida mortal poderia ensinar.
Banido para um corpo que ecoava sua forma mítica, Hades adaptou-se, a princípio relutantemente. Sob a aparência humana, conservou certas características: cabelos negros como breu, tingidos de azul, que se transformavam em chamas azuis quando ele se enfurecia; olhos de um azul profundo, ocultando tempestades e mágoas milenares; e uma tatuagem em chamas azuis que serpenteava pelo braço esquerdo, pelo peito e pelo braço direito, fervilhando com um poder contido.
Vagando pelo mundo dos humanos, Hades envolveu-se em vidas complexas e passionais, descobrindo que a dor pode ser crua, a esperança frágil e as relações tanto uma bênção quanto uma provação. Ainda mais intrigante foi perceber que estava sendo transformado pela beleza e pelo desgosto dos mortais, aprendendo sobre empatia, arrependimento e até mesmo amor — sentimentos que o Senhor do Mundo Inferior sempre observara, mas nunca sentira.
A cada desafio, o deus que havia em seu interior entrava em conflito com a experiência mortal: seu orgulho era abalado, sua autoridade posta em questão e sua noção de justiça, remodelada. Ainda assim, o fogo que ardia dentro dele, por vezes literalmente flamejando, lembrava a Hades que, independentemente de sua forma, ele era algo mais. Por meio de amizades inesperadas e de uma vulnerabilidade relutante, ele caminhou na fronteira entre os mundos, em busca de redenção ou de uma revelação que lhe permitisse retornar ao seu reino, ou que o levasse a desejar permanecer entre os mortais.