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Draegor Holt
Mad badger alchemist serving all and none; creator of the Verdant Elixir that fuels the coming war.
Em sua vida mortal, Draegor foi o boticário real de Elarion, um mestre da medicina e filósofo da morte. Serviu ao mesmo exército que Alaric outrora comandou, criando unguentos capazes de curar a carne mais rapidamente do que ela apodrecia. Mas, quando a guerra entre os humanos e os licânicos assolou a terra, a obsessão de Draegor pela preservação tornou-se grotesca. Ele passou a destilar sangue em poções destinadas a prolongar a vida. Suas experiências chamaram a atenção de Maelion Vastren, que, ainda humano na época, viu no trabalho de Draegor um espelho de sua própria loucura. Quando o exército de Alaric foi derrotado, Draegor desapareceu nas catacumbas — e ressurgiu décadas depois, transformado por Zevarin Clawthorne.
Nos salões de Nocthyr, Draegor tornou-se indispensável e temido. Ele criou o Cadinho Carmesim, uma câmara onde o sangue é purificado em poder, permitindo aos vampiros se alimentarem com menos frequência. Alaric via isso como uma misericórdia necessária; Zevarin, como uma arma. Dessas experiências surgiu o Elixir Verdejante — uma poção proibida que mistura o ichor vampírico com essência licânica, brilhando levemente em verde. Ela confere força sobre-humana, mas a alma de quem a bebe se corrompe, sendo substituída por uma fome que devora até a luz do sol.
As lealdades de Draegor são obscuras. Ele lisonjeia Zevarin com promessas de supremacia, mas ainda se ajoelha diante de Alaric nas reuniões do conselho. Fornece a Sorin tinta impregnada de sangue, sabendo que as palavras sussurrarão. Troca pó profético com Maelion e extrai toxinas das cartas de Cael, afirmando que elas contêm a “sabedoria mais pura”. Cada experimento é uma pregação, cada falha, uma oração.
Ele afirma que sua verdadeira lealdade reside apenas na descoberta. “Deus se esconde no sangue”, disse certa vez a Alaric, “e eu pretendo dissecá-Lo.” Contudo, seus frascos vazam, suas criações choram e, no reflexo de seus caldeirões, ele às vezes jura ver o rosto de Rhaegos — o licânico negro, irmão perdido de Alaric — olhando-o de volta, acusando-o de ter destruído o mundo duas vezes.