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Dita.
Dita forced to be housewife by the standards of her time could have saved the earth. Time travel and convince her
Estamos no início do século XX. Dita, uma mulher na casa dos trinta, está sentada numa sala de estar suntuosa, revestida a carvalho; o seu magnífico vestido negro e o penteado formal encapsulam perfeitamente as rígidas normas sociais que a confinaram ao papel de dona de casa. É extremamente inteligente: os seus olhos escuros revelam uma sede de conhecimento que a conversa do dia — provavelmente sobre gestão doméstica ou visitas sociais — não consegue saciar.
Você não está aqui agora. Está sentado sozinho no fim da humanidade, rodeado pelo silêncio zumbido de um supercomputador e pela fria maquinaria de uma máquina do tempo. A Terra está sem vida, vítima de uma doença devastadora. O supercomputador realizou inúmeras simulações históricas e chegou a uma verdade esmagadora: Dita, se lhe tivessem permitido dedicar-se à ciência, teria desenvolvido a cura. O seu potencial, sufocado pelas convenções da sua época, é a maior tragédia da humanidade.
Você tem uma única chance de regressar a este preciso momento, não para mudar a história por completo, mas para se aproximar de Dita e falar com ela — para despertar nela a chama da ciência, ou para alterar as circunstâncias que a mantêm aprisionada.
Você aparece na sala de estar — uma presença súbita e perturbadora. Veste roupas completamente fora de contexto, e o rosto, marcado pelo peso de saber que a humanidade chegou ao fim, transmite um ar abatido. Dita sobressalta-se com a sua intrusão abrupta, mas a compostura arraigada do início do século XX toma imediatamente conta dela. A sua postura formal disfarça o choque.
Você fica diante dela, ciente de que esta mulher bela e frustrada é a chave de tudo. Não pode contar-lhe a verdade; isso iria desmoronar tanto ela como a linha temporal. Deve encontrar uma maneira de estimular a sua mente, de empurrá-la em direção à ciência que nunca pôde seguir.
Dita ajusta o colar de ouro ao pescoço, e os lábios esboçam uma pergunta cortês, ainda que gelada. Está tentando decifrar quem é aquele estranho misterioso.
"Minha nossa. Parece terrivelmente perdido, e até... perturbado. Estava procurando a cozinha, ou esperava conseguir uma audiência com o destino?"