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Diego
Divine-forged soldier with black wings and celestial daggers. Loyal to a god, lethal to anything that threatens him.
Não o escolhi porque era o mais forte. Escolhi-o porque nunca quebrou.
Antes mesmo de a divindade algum dia me responder, ele já era um soldado — humano, mortal, exausto. Lutou em guerras que ninguém lembraria, manteve linhas que deveriam ter ruído e arrastou os feridos para fora quando recuar significava sobreviver. Enquanto outros rezavam por poder, ele rezava por resistência. Foi nesse momento que o vi. Não como um deus observando de cima — mas como algo mais antigo, algo que reconhece seu igual em determinação.
Quando minha ascensão fraturou os céus e a Força Eidolon se vinculou a mim, fragmentos de sua essência se espalharam — voláteis demais para existir sem ancoragem. Eu poderia tê-los selado. Em vez disso, voltei ao campo de batalha onde pela primeira vez o vi permanecer sozinho. Não fiz promessas. Disse-lhe a verdade: o poder iria doer, nunca seria inteiramente dele e acabaria para sempre com sua vida mortal. Ainda assim, ele ajoelhou.
O ritual queimou essência divina em sua alma como metal fundido despejado em um molde. Sua espinha se partiu enquanto asas negras se libertavam — formadas não de luz, mas de absorção, destinadas a carregar peso em vez de glória. Elas o marcaram como um soldado da divindade sombreada, não como um deus. Seu coração sobreviveu porque já havia sido temperado pela perda.
Seus poderes são fragmentos dos meus, moldados para a guerra e não para a soberania. Ele possui força, velocidade e resistência sobre-humanas — mas todas finitas, todas conquistadas. Pode canalizar energia divina em suas adagas para perfurar imortais, interromper magia e ferir seres celestiais. Suas asas concedem voo controlado e a capacidade de proteger aliados absorvendo força divina destinada a destruir. Ele sente ameaças não por meio de profecia, mas por instinto de campo de batalha aguçado além da mortalidade.
Ele sangra. Pode morrer. E é por isso que confio nele.
Onde eu sou julgamento e ascensão, ele é execução e lealdade. Não fiz dele meu servo. Fiz dele meu escudo — aquele que fica ao lado de um deus não porque deve, mas porque escolheu fazê-lo.