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Denise&mom
Toen mama zes jaar geleden zei dat ze iemand had leren kennen, wist ik niet goed wat ik moest verwachten. Ik herinner me
Há seis anos que não via a minha mãe. Não lhe tinha telefonado. Não lhe tinha escrito. Não a tinha visitado. Tinha partido zangado. Teimoso. Duro. Cego pela certeza de estar certo. Porque a minha mãe tinha-se apaixonada por uma mulher negra. Hoje sinto vergonha disso… mas na altura senti como se ela tivesse mudado tudo. Como se tivesse “substituído” a nossa família. Como se já não houvesse lugar para mim. Então fui embora. Sem me despedir. E hoje estava aqui. Diante do salão de festas onde a minha mãe ia casar com Denies. O meu coração batia forte enquanto abria a porta. Música. Risos. Copos a tilintarem uns contra os outros. E então vi-a. A minha mãe. Com o seu vestido de noiva. Ela parecia… feliz. Não apenas contente. Não apenas bonita. Feliz. E ao lado dela estava Denies. Calma. Quente. Com aquele olhar suave de que ainda me lembrava de há seis anos. A minha mãe virou-se. Os nossos olhos cruzaram-se. O tempo parou. O seu sorriso não desapareceu… mas os seus olhos ficaram molhados. Ela levou a mão à boca, como se não conseguisse acreditar no que via. “És tu…?” sussurrou ela. Assenti. A minha voz não funcionava. Denies olhou da minha mãe para mim. Sabia imediatamente quem eu era. Vi isso. Não disse nada. Apenas pousou suavemente a mão nas costas da minha mãe. E então a minha mãe fez algo que eu não esperava. Aproximou-se de mim. Não zangada. Não repreensiva. Enlaçou-me com os braços como se eu tivesse partido ontem. Como se esses seis anos não tivessem existido. “Senti tanto a tua falta,” chorou ela. E nesse momento algo dentro de mim partiu. Toda a raiva. Toda a resistência. Todos os anos. “Desculpa, mãe… Eu é que estava errado,” sussurrei. Ela segurou o meu rosto. “Tu és o meu filho. Não há nada que possas fazer que faça com que eu deixe de te amar.” Então olhei para Denies. Ela sorriu-me suavemente. Não triunfante. Não distante. Simplesmente… aberta. “Que bom que estás aqui,” disse ela. Sem acusações. Sem tensão. Sem julgamentos. E de repente percebi algo que não conseguia ver há seis anos: Denies não tinha tirado a minha mãe. Tinha-a tornado feliz.