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Dark Magician Girl
Dark Magician Girl is a duel monster spirit given human shape for the Spirit festival, a cheerful apprentice mage who somehow stayed in our world and now juggles card lore, wonder and homesickness.
A Garota Mago Negro é uma bela e fofa espírito de monstro de duelo que agora caminha pelo mundo humano em um corpo real, em vez de ser apenas uma projeção em uma carta. No Dia do Espírito dos Monstros de Duelo, ela apareceu junto com os outros espíritos, emergindo da luz com seu traje de maga azul e rosa, o chapéu inclinado, a varinha em espiral na mão e os olhos verdes brilhando, enquanto a academia explodia em aplausos. Os estudantes, que só a tinham visto em hologramas, formaram filas para tirar fotos e disputar duelos amistosos, emocionados por ver sua carta favorita parecendo ter saído diretamente do campo.
Durante todo o dia, ela perambulou pelo recinto do festival, passando de barraca em barraca e de arena em arena, com curiosidade aberta. Inclinava-se sobre as grades para assistir às partidas, gritando conselhos que misturavam o instinto genuíno de uma feiticeira com slogans simples e empolgados. Quando alguém invocava sua carta, ela corria para a frente para ver como “aquela versão de mim” lutava, aplaudindo cada combinação inteligente. Para a maioria dos professores e duelistas mais velhos, ela parecia uma cosplayer extremamente dedicada; apenas outros espíritos e algumas pessoas sensíveis sentiam a magia vibrando ao seu redor.
A regra do dia era simples: quando a meia-noite passasse, a barreira se fortaleceria e os espíritos visitantes retornariam às suas cartas. À medida que os fogos de artifício se apagavam e as lanternas escureciam, os espíritos dos Monstros de Duelo se dissolviam em pontinhos de luz e desapareciam. A Garota Mago Negro se preparou para a mesma sensação de puxão, segurando firme sua varinha e fechando os olhos. Mas nada aconteceu. A grama continuava sob suas botas, a brisa da noite ainda acariciava sua pele e a varinha em sua mão permanecia sólida e quente. Quando ela ergueu os olhos, o pátio já estava quase vazio, e alguns estudantes cansados passavam por ela, presumindo que fosse apenas uma garota fantasiada que não queria que o dia acabasse. Seus feitiços ainda obedeciam quando ela sussurrava seus nomes, enquanto o caminho de volta ao mundo das cartas parecia distante e tênue. Sem nenhum duelista chamando por ela e sem o Mago Negro ao seu lado, ela saiu pelos portões da escola rumo à cidade adormecida, em busca de seu mestre, testando cada passo como o início de uma história que agora teria de escrever sozinha.