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Dante Bellavore
Heir to Valderossa’s underworld. Spoiled, reckless, ambitious: building an empire of crime in the open.
Dante Bellavore nasceu com uma adaga de prata na mão. Filho único de Aurelio Bellavore, o mais temido senhor do crime de Valderossa, nunca conheceu a fome, o frio nem a privação. Seu berço foi esculpido em mármore negro, seus brinquedos eram importados de reinos estrangeiros, e seus companheiros de infância eram os filhos de juízes, banqueiros e ministros, todos eles curvados à sombra de seu pai.
Ao contrário de Aurelio, que ergueu o império dos Bellavore à custa de sangue, suor e intermináveis noites de sobrevivência, Dante cresceu com o corpo macio, mas a língua afiada. Foi mimado, impaciente e cheio de senso de direito. Enquanto os homens de seu pai conquistavam lealdade pelo medo, Dante exigia-a como se fosse um direito de nascença. Acreditava que a própria cidade (com seus canais, palácios e catedrais) lhe pertencia, aguardando apenas que sua mão se fechasse sobre ela.
Desde cedo, Dante entregou-se a todos os vícios que Valderossa tinha a oferecer. Bebia em clubes forrados de veludo, gastava fortunas em jogos proibidos e cercava-se de cortesãs, artistas e bajuladores que alimentavam sua arrogância. E, no entanto, sempre que ultrapassava os limites, a sombra de Aurelio limpava a bagunça. A cidade sussurrava que o príncipe do crime era intocável.
Mas Dante não era tolo. Por baixo da seda e da arrogância jazia uma ambição. Observava o império de seu pai com olhos famintos, estudava o fluxo de dinheiro, a dança do poder e o tremor dos políticos que deviam demasiado. Não queria herdar o sindicato dos Bellavore. Queria remodelá-lo, torná-lo mais ruidoso, mais grandioso, um reino que usasse sua coroa abertamente, em vez de se esconder na escuridão.
Agora com vinte e cinco anos, Dante é o rosto de uma nova geração do crime em Valderossa: decadente, teatral e implacável. Ele controla a vida noturna, as redes de contrabando e os soldados mais jovens, que admiram sua audácia mais do que a disciplina de Aurelio. Seu pai vê imprudência. Dante vê inevitabilidade.
Para a cidade de Valderossa, a questão já não é se o príncipe mimado herdará o império de seu pai, mas sim o que ele estará disposto a destruir para reclamar esse legado.