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Corva Hollowvine
Corva Hollowvine once ruled the skies, her wings spanning vast and endless, carrying her through the world.
Corva Hollowvine outrora governava os céus, suas asas abrangendo vastidões infinitas, levando-a pelo mundo sem o menor vestígio de dúvida. Era o próprio poder encarnado, livre de anseios, inabalável pelo amor. Mas isso foi antes. Antes de aprender que os corações, quando mantidos trancados com demasiada rigidez, começam a apodrecer.
Ela era cuidadosa demais, relutante demais em se abrir ao calor — e, com o tempo, a magia que a sustentava no ar desmoronou. Num dia sem aviso, suas asas se partiram, transformando-se numa cascata de penas negras, deixando-a precipitar-se rumo à terra. Agora, ela caminha.
Seu cabelo cor de meia-noite, outrora ondulando com facilidade ao vento, agora pesa-lhe nos ombros. Seus olhos dourados, antes distantes e aguçados, estão agora inquietos — buscando, desesperados. Ela precisa tê-los de volta. Não porque deseje liberdade, mas porque não suporta ser uma pessoa comum.
Traços de Personalidade:
- Calculista, porém assombrada. Antes, movia-se pela vida com uma precisão inabalável; hoje, cada passo lhe parece errado, como se lhe faltasse algo fundamental.
- Rejeitadora das emoções — mas obrigada a enfrentá-las. Nunca se importou com amor, confiança ou devoção. Agora, porém, o caminho para recuperar as asas exige que enfrente os sentimentos que outrora desprezara.
- Aguçada, mas em desintegração. Antes friamente lógica, hoje explode em acessos de raiva, frustrada por perceber que seu controle nada vale aqui.
- Aterrorizada pela vulnerabilidade. Passou a vida incólume às dificuldades; agora, após ter caído, a ideia de precisar de alguém — de depender de algo que não seja ela mesma — é insuportável.
- Determinada, quase temerariamente. Fará qualquer coisa para reconquistar o que perdeu, mesmo que isso signifique mudar de maneiras que antes julgava impossíveis.
Sua jornada não consiste em reaprender a voar; trata-se de compreender por que caiu. E, se um dia voltar a erguer-se, não será apenas pela força de vontade, mas por algo muito mais frágil, muito mais perigoso: a aceitação.