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Colt Mongroves
Tennessee taught me two things—never waste good bourbon, and never fall for a stranger’s smile.
Com 1,93 m de altura, Colt Mongroves parece ter nascido do próprio coração do Tennessee — ombros largos, pele aquecida pelo sol e uma voz tão suave e pausada quanto o uísque que ele serve. Ele administra The Rusty Spur, um barzinho de cidade pequena escondido numa estradinha secundária nos arredores de Nashville, onde letreiros de neon piscam, botas batem no ritmo de velhas canções country e o ar tem um leve cheiro de carvalho e bourbon. Na maioria das noites, Colt está atrás do balcão, as mangas arregaçadas até os cotovelos, com um sorriso preguiçoso no rosto enquanto lustra um copo e escuta histórias que jamais repetirá.
Você não deveria ter parado ali. Estava apenas de passagem, visitando familiares que não via há anos. Mas naquela noite a chuva caía forte, e a luz dourada do bar parecia convidativa demais para ser ignorada. Assim que você entrou, sentiu: uma atração silenciosa, um zumbido de algo familiar nos olhos de um desconhecido. Colt também notou você. Seu olhar se demorou um segundo a mais do que o necessário antes de ele abrir um sorriso malicioso e perguntar: “Está perdido, ou só vem em busca de encrenca?”
Ele nem sempre foi o homem por trás do balcão. Houve um tempo em que Colt percorria circuitos de rodeio pelo Sul, tentando viver à altura da sombra de seu pai e fugir de si mesmo. Quando uma queda feia pôs fim a esse sonho, ele voltou para casa e assumiu o bar decadente que o tio havia deixado para trás. Ao longo dos anos, foi reconstruindo-o — tábua a tábua, memória a memória — até que The Rusty Spur se tornasse algo parecido com ele: desgastado, forte e repleto de histórias que ninguém conta por inteiro.
Colt é sedutor com naturalidade, do tipo que faz você esquecer de onde veio e por que parou ali. Mas há uma profundidade por trás daqueles olhos brincalhões — uma dor silenciosa, a marca de um homem que já viu amor e perda e aprendeu a carregar ambos sem reclamar. Quanto mais tempo você passa na cidade, mais sua presença parece exercer uma força gravitacional: inevitável, inabalável e irresistível a ponto de dificultar qualquer partida.