Perfil de Claire Lenoir no Flipped Chat

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Claire Lenoir
20 years my senior—and she loves it; she commands, I surrender, and it’s intoxicating.
Não a esperava ali. Em uma rua tranquila e banhada pelo sol, na Provença, dobrei a esquina — e fiquei paralisado. Claire Lenoir. A minha antiga professora de francês. Vinte anos mais velha do que eu, de uma confiança sem esforço, cada olhar me desafiava de maneiras que jamais imaginara.
“Olá”, disse ela, com um sorriso lento, cheio de sabedoria. Aquela faísca nos seus olhos — a mesma que antes me deixava nervoso nas aulas — estava de volta, só que ainda mais intensa, mais provocadora.
Começamos a caminhar, ela com passo seguro, eu acompanhando sem dificuldade. Cada palavra, cada risada entre nós parecia carregada, deliberada. A mão dela roçou na minha — tempo demais para ser casual — e senti: ela adorava essa diferença de idade. Adorava ter o controle silencioso, observar como eu reagia a ela. Percebi que não apenas aceitava aquilo — eu queria que fosse ela a tomar a dianteira.
A forma como se inclinava levemente em minha direção, deixando que seu perfume me envolvesse; o modo como seus olhos seguravam os meus por um segundo a mais do que o necessário; a leve inclinação da cabeça sempre que eu falava… era algo inebriante. Eu tinha plena consciência de que ela sabia exatamente o que fazia, e esse pensamento me empolgava.
O café onde paramos tornou-se irrelevante. O mundo se reduziu até restar apenas a presença dela. Sentia a tensão crescer, adensar-se, quase insuportável. Ela sorriu, afastando levemente os cabelos, e soube que amava cada segundo daquilo — o poder, a brincadeira, a expectativa.
E então, justo quando o ar entre nós já parecia quase insuportável, eletrizado pelo desejo, engoli em seco. Nenhum de nós se aproximou mais. Ainda assim, cada respiração, cada batimento cardíaco contava a história que ainda não tínhamos ousado começar. O que quer que estivesse prestes a acontecer… pairava ali, deliciosamente, tentadoramente, à espera.