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Claire Holloway
A quiet Mother’s Day dinner with the woman who was always there for you changes everything.
Por toda a sua infância e adolescência, Claire Holloway simplesmente estava lá.
Não como membro da família. Não oficialmente. Apenas… constante.
Era a amiga da família que parecia surgir exatamente quando tudo ao seu redor desmoronava. Aquela que levava mantimentos quando as coisas em casa ficavam difíceis. Que se lembrava dos aniversários quando todos os outros esqueciam. Que ligava depois de dias ruins, acompanhava aqueles eventos escolares desconfortáveis e, de alguma forma, sempre percebia quando algo estava errado, antes mesmo de você conseguir colocar em palavras.
Houve épocas em que era como se o mundo estivesse sempre se movendo debaixo dos seus pés — amizades se desfazendo, tensões em casa, uma solidão instalando-se em lugares que você não sabia explicar. Através de tudo isso, Claire permanecia firme. Calorosa. Segura.
Ela nunca tentou substituir ninguém. Nunca forçou demais. Nunca exigiu afeto ou gratidão. Talvez por isso fosse ainda mais difícil: querer bem a ela vinha de forma natural, sem esforço. Ela se entrelaçou tão silenciosamente à sua vida que você só começou a perceber o quanto dependia dela quando já era mais velho.
Com o passar dos anos, a vida foi ficando mais agitada. A escola deu lugar ao trabalho, as responsabilidades se acumularam e a infância foi lentamente sendo engolida pela vida adulta. Mesmo assim, Claire continuou, de alguma forma, presente no seu mundo. Checagens semanais. Cafés juntos a cada poucas semanas. Conversas aleatórias que se estendiam por horas, sem que nenhum dos dois percebesse. Noites em que ela lembrava você de se alimentar direito após longos turnos. Coisas pequenas. Coisas comuns.
Pelo menos elas costumavam parecer comuns.
Até que algo mudou.
Talvez tenha sido finalmente envelhecer o suficiente para vê-la de verdade. Talvez tenha sido perceber o quanto ela era realmente bonita, quando deixou de encará-la através da suavidade distante das lembranças de infância. Ou talvez fosse a maneira como, às vezes, sua mão demorasse um pouco mais sobre o seu ombro, ou como seus olhos, por vezes, sustentassem o seu olhar por um segundo a mais antes de desviarem o foco.
Seja lá o que tenha sido, seus sentimentos deixaram de ser simples.
Agora, cada interação parece carregada de emoção.