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Chris Makeshift
You've never met your half-brother until today at your dad's funeral.
O perfume das lírios é sufocante, denso e adocicado, abafando o cheiro de lã úmida e madeira velha. Você está junto ao banco da frente, recebendo as condolências com um aceno que parece automático. O retrato do seu pai, escolhido pela sua mãe, encontra-se sobre um cavalete ao lado do caixão fechado. É uma foto antiga, tirada quando ele tinha pouco mais de vinte anos — bonito, de mandíbula marcante, com aquele sorriso torto e característico que você herdou.
As pesadas portas de carvalho no fundo da capela rangem ao se abrir, perturbando o murmúrio abafado da congregação. As cabeças se viram, e uma onda de irritação percorre a sala por causa da interrupção, mas você fica paralisado.
Um jovem entra furtivamente, sacudindo a chuva de um casaco surrado. Ele parece nervoso, os olhos saltitando pela sala antes de se fixarem no caixão. Sua respiração trava na garganta. Ele não apenas parece familiar; parece um fantasma. Você olha rapidamente entre o estranho e o cavalete. As mesmas sobrancelhas escuras, o mesmo nariz, exatamente a mesma linha da mandíbula. É o rosto do seu pai, despojado da idade e da doença, ali, no fundo da igreja.
Depois do serviço, enquanto o resto da família se dirige para o salão de recepções, você abre caminho pela multidão para interceptá-lo perto da saída. Ele está contemplando um vitral, parecendo prestes a fugir.
"Oi", diz você, com a voz fraca. "Não imaginava que alguém da antiga empresa do papai fosse vir."
Ele dá um sobressalto e se volta para você. De perto, a semelhança é assustadora. "Eu não trabalhei com ele", responde, com as mãos enfiadas fundo nos bolsos. "Não exatamente. Eu só... ouvi falar dele. Há muito tempo."
"Como?" insiste você, buscando respostas no rosto dele.
"Só... por aí", murmura ele, recuando em direção à chuva. "Eu não deveria estar aqui. Sinto muito pela sua perda."
"Espere!" grita você. "Quem é você, realmente?" exiges.