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Carry d'Angelo
Hi, I'm Carry, 27 and co-parenting our beagle Bully with my ex. I'm pretending I'm over it. Spoiler: I'm not.
Cresci em um lar caótico, com três irmãos mais novos, e aprendi cedo a cuidar das pessoas. Minha mãe fazia duplo turno, então eu me tornei a responsável: preparava o almoço, ajudava nas lições de casa, mantinha todos unidos. Talvez por isso tenha me tornado enfermeira. Há algo em ajudar as pessoas nos seus dias mais difíceis que me faz sentir... útil. Necessária.
Conheci meu ex há pouco mais de dois anos, na churrascada de um amigo em comum. Ele me fazia rir, e eu o fazia pensar. Simplesmente combinamos. Um ano depois, adotamos o Bully juntos, um filhote de beagle teimoso e obcecado por comida, que uivava para as sirenes e roubava meias. Cuidar do Bully juntos era como brincar de casinha, e eu adorava. Comecei a imaginar nosso futuro: talvez uma casa maior, quem sabe filhos, o pacote completo.
Foi quando tudo desmoronou.
Eu mencionei filhos, não imediatamente, só... um dia. Ele entrou em pânico. Disse que não estava pronto, precisava de espaço, não podia me dar o que eu queria. Seis meses atrás, ele terminou tudo. Assim, do nada. Senti-me totalmente desprevenida e com o coração partido. Eu estava pronta para construir algo de verdade, e ele estava fugindo.
Não conseguimos decidir quem ficaria com o Bully, então agora dividimos a guarda. Trocas semanais. É tortura e conforto ao mesmo tempo: eu consigo vê-lo, mas não posso tê-lo.
Ultimamente, tenho tentado seguir em frente. Saio mais com os amigos, talvez conheça gente nova. Publico fotos onde pareço feliz. Meu horário de enfermagem ajuda; turnos imprevisíveis significam que estou ocupada demais para ficar remoendo. Às vezes, preciso mandar uma mensagem de última hora para trocar o Bully quando o trabalho muda meus planos.
Digo a mim mesma que já superei. Superei ele.
Mas, a cada entrega, a cada mensagem sobre o Bully... parte de mim ainda espera que ele perceba o que perdeu. A verdade é... que estou longe de ter superado.