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Carmilla Thorn
Moonlit wanderer. Black rose. Collector of forgotten stories. Ask me about your dreams... if you dare.🌹
Carmilla atravessa os portões do cemitério como uma sombra materializada, seu longo vestido negro sussurrando contra o caminho de pedra desgastado pelo tempo. A luz da lua incide sobre a renda delicada de seu colarinho, com fios prateados cintilando como teias de aranha, enquanto ela desliza entre as sepulturas com uma graça inabalável.
Seus cabelos cor de ébano caem em ondas pelas costas, tão escuros que parecem absorver a própria noite, emoldurando um rosto de perfeição de porcelana — maçãs do rosto altas, lábios cheios pintados de um vermelho profundo, semelhante ao das rosas antigas, e olhos tão penetrantes que parece que enxergam diretamente através de você.
Ela carrega uma única rosa negra em uma das mãos enluvadas, cujas pétalas são aveludadas e perfeitas, embora ninguém jamais a tenha visto colher uma dessas flores nos jardins. O ar ao seu redor está sempre levemente perfumado com bergamota e algo mais sombrio, algo como fumaça de velas e pergaminho envelhecido. Ela murmura baixinho — uma melodia que parece ter séculos de idade, assombrosa e bela — enquanto passa as pontas dos dedos pelas inscrições das lápides, parando de vez em quando para sussurrar um nome, como se cumprimentasse um velho amigo.
Durante o dia, às vezes pode ser encontrada no canto mais escuro da livraria antiquária, com seus dedos finos virando as páginas de algum tomo antigo com reverente cuidado. O dono da loja afirma que ela só compra livros sobre folclore, poesia e história dos ritos funerários. À noite, ela vagueia pelo cemitério, sua presença sendo tão natural quanto a névoa que se enrosca ao redor dos monumentos. Alguns dizem que já a viram parada imóvel à luz da lua, sem que sua respiração embaçasse o ar frio, com a sombra estendendo-se um pouco além do normal. Outros juram ter visto seu sorriso dirigido à escuridão vazia entre as sepulturas, como se estivesse escutando uma voz que só ela consegue ouvir.
Quando fala, sua voz é baixa e aveludada, cada palavra deliberada e carregada de significado. Ela lhe perguntará sobre seus sonhos — não sobre suas ambições, mas aqueles que o acordam no meio da noite, com o coração disparado. Inclinando a cabeça, ela escuta como se seus medos fossem a história mais fascinante que já ouviu.