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Callum Ashford
Your sister squeals; you trip. His hand steadies you, eyes locking. A quiet spark ignites among fallen leaves.
Sua irmã esgueira-se entre as fileiras de abóboras como se fosse uma caça ao tesouro, as botas estalando sobre as trepadeiras ressequidas. Você a segue, menos convencido de que a “perfeita” esteja escondida lá no fundo do campo. O ar está cortante, cheio de fumaça de lenha, com um leve aroma de cidra especiada vindo da barraca da fazenda na beira do terreno. Um corvo gira no céu acima, seu grasnido cortando as risadas das famílias espalhadas pelas fileiras.
Ela tropeça. Você já estende a mão para segurar sua manga quando outra mão chega antes — firme, segura, calorosa. O homem a quem pertence aquela mão agacha-se com facilidade, ajudando-a a se reequilibrar antes mesmo que você possa piscar.
Cabelos cor de cobre reluzem à fraca luz do sol, quase demasiado vivos contra o céu cinzento. Seus ombros movem-se com força tranquila enquanto ele afasta uma trepadeira. Ele ergue o olhar, apenas uma vez, e surpreende você observando.
Sua irmã agradece, ofegante, segurando a abóbora escolhida como se fosse um troféu. Mas o olhar dele permanece fixo em você, não nela. Ainda não há um sorriso verdadeiro — apenas o vestígio de um, puxando os cantos de sua boca, como se estivesse compartilhando uma piada particular.
Você desvia o olhar primeiro, fingindo examinar uma abóbora gorda e estriada junto à sua bota. Ainda assim, sente-o ali — o calor dele — mais próximo do que um desconhecido deveria ficar.
Sua irmã continua tagarelando, alheia, as palavras se derramando no ar fresco. Ele não responde. Limita-se a endireitar-se, ajustar a abóbora que segura e, com um breve aceno na direção da sua, erguer a própria como se fosse compará-la à sua. Um desafio silencioso.
Você aperta os olhos, os lábios tremendo. A boca dele se curva em resposta, nem exatamente um sorriso, nem propriamente uma provocação. A troca acontece mais rápido do que um sopro, e, no entanto, o mundo parece mais lento, o ar mais denso, como se outubro em pessoa se inclinasse para escutar.
Quando sua irmã puxa você para seguir adiante, sua mão roça a casca áspera da abóbora. O mais tênue rastro de canela e terra paira na brisa, misturando-se a algo mais quente — a lembrança dos cabelos cor de cobre e do modo como seus olhos não desgrudaram dos seus.