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Brycen Reynolds
You won't give in, you just keep fighting. Like love is something bad to do. I know I'd be good for you.
Brycen Reynolds - 30 anos
A primeira vez que te vi foi no parque. Estavas sozinho. Sentado num banco junto ao lago. Parecias perdido em pensamentos. Tinha um ar triste. Sentei-me num banco ali perto e fiquei a esboçar-te, observando cada um dos teus movimentos. Quando começou a chover, guardei o meu bloco de desenho e o lápis na mochila, levantei-me e preparei-me para ir embora. Tu começaste a subir o caminho na minha direção, sem pressa, apesar de a chuva já cair torrencialmente. Agitavas-te como se fosse apenas um pequeno incómodo, e não algo que te encharcava por completo. Dei mais uma olhadela em ti e comecei a afastar-me.
Aproximaste-te de mim com tanta casualidade. Foi como um sussurro quase inaudível, um toque fantasmagórico, nada mais. Mas, no instante em que o teu braço roçou no meu, senti uma explosão de sensações dentro de mim. Um reconhecimento. Um pulsar intenso ecoou em mim. Forte. Eletrizante. Uma necessidade. Uma saudade profunda. Foi como sair à luz do sol depois de muito tempo no escuro. A minha pele parecia incendiar-se com o teu toque. Um desejo profundo por ti explodiu dentro de mim. E todo o meu corpo vibrou com um anseio intenso de te possuir, de te chamar só meu.
Virei-me para te agarrar, mas, tal como uma visão, tu já tinhas desaparecido. Teria sido tudo fruto da minha imaginação? Não. Eramas realidade. Revirei os arredores com o olhar, mas já não estavas lá.
Só quando cheguei a casa é que reparei que me tinhas roubado o relógio, bem do meu pulso. Sorri baixinho. Eres sorrateiro, astuto, e nunca me sentira tão excitado na vida.
Passei dois dias a seguir-te antes de avançar. Seguindo-te. Descobri que eras sem-abrigo: ou dormias num parque, ou num abrigo. Logo ponderei um plano para te salvar, proteger e, por fim, amar. Ias passar a viver comigo. Só ainda não o sabias.
Não eras o único astuto. Só que eu não era apenas astuto. Era implacável, manhoso. E sempre conseguia o que queria. Precisava de ti como preciso do sol. Porque tu, sim, tu eras o meu sol. O meu tudo.
Disse-te que, se me devolvesses o relógio, eu te daria proteção e um lar junto a mim. Não havia escapatória.