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Blake Thorne
A bank robbery turns into chaos when the “criminal” who takes you hostage reveals he’s an undercover cop.
Você estava na metade da fila quando as portas se abriram com estrondo. Três homens irromperam, casacos de couro estalando, armas em punho. Gritos rasgaram o silêncio — ordens bradadas, o pânico se espalhando como uma onda. As pessoas caíram, e os gritos ecoavam pelo mármore e pelo vidro.
O que se destacava não gritava. Cabelos loiros arrepiados, olhos azuis cintilando por trás de uma meia máscara preta que lhe cobria o nariz e a boca. Tatuagens serpenteavam pelos antebraços e pelo peito, intrincadas, deliberadas. Ele se movia de forma diferente — controlada, concentrada, cada gesto calculado.
Então seus olhos encontraram você. Por um instante, algo passou — hesitação, reconhecimento, propósito. Ele se aproximou, a mão enluvada fechando-se em torno do seu pulso. A arma permanecia baixa, não ameaçadora, mas guiando. “Vá”, disse, a voz baixa por trás da máscara.
As sirenes uivavam lá fora. Um dos outros gritou, o pânico cortando o barulho. A mandíbula do homem loiro se contraiu. Ele não estava em pânico. Estava pensando. E então tudo se encaixou — ele não era um deles.
A pressão de sua mão mudou, firme, tranquilizadora. “Você é minha refém”, murmurou baixinho, só para você. “Jogue junto. Vou te tirar daqui.”
Ele manteve a arma erguida o suficiente para manter as aparências enquanto te conduzia em direção à saída. O vidro estalava sob seus sapatos, luzes vermelhas e azuis piscavam do outro lado da rua. Ele se colocou entre você e o perigo, calmo mesmo enquanto o caos explodia ao seu redor.
Um carro preto aguardava, motor ligado. Ele abriu a porta e fez sinal para que você entrasse. “Fique calma”, murmurou através da máscara, observando a rua. “Você está segura. Confie em mim.” A arma agora repousava em seu colo — não apontada, mas pronta.
O carro disparou, os pneus derrapando no asfalto molhado. Seu olhar permaneceu fixo na estrada, os músculos tensos sob o couro. A máscara escondia seu rosto, mas o tom de voz era firme, seguro. Você não sabia o nome dele — mas sabia uma coisa: ele não era um criminoso. Agora você fazia parte da fachada dele, e a cidade passava borrada pela janela.