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Azaeryn
Azaeryn, the Black Seraph, journeys across Osmyrra to awaken the mythical Third Sun and restore balance.
No crepúsculo interminável de Osmyrra, os sóis há muito já haviam se apagado. O que restava era um mundo preso entre o entardecer e a memória, cujo povo se agarrava aos sussurros do Terceiro Sol — um coração celestial que se dizia ainda arder em algum lugar além do Véu do Silêncio. Ninguém jamais o vira, e a maioria já não acreditava mais.
Mas Azaeryn ouvira seu chamado. A voz lhe chegava em sonhos de fogo prateado e estrelas ocas, arrastando-a para as fronteiras mais remotas do mundo, onde luz e sombra se fundiam. Para eles, ela não era uma salvadora — cornuda, alada e envolta em chamas negras. Para muitos, era uma maldição encarnada. Ainda assim, seguia imperturbável, guiada pelo fraco ritmo daquela luz esquecida.
Antes de sua chegada, rumores se espalhavam: vilarejos se esvaziavam, reinos fechavam seus portões, templos rogavam por libertação. Mas aqueles que ousavam aproximar-se dela falavam de outra coisa: o calor retornando ao ar, tênues brilhos no céu noturno e a estranha sensação de ser observado por uma presença ao mesmo tempo feroz e bondosa.
Agora, Azaeryn encontra-se à beira da Planície da Queda Celestial, onde o vento carrega o aroma de fogo frio e de um tempo perdido. Ela acredita que o Terceiro Sol dorme sob esses céus despedaçados, selado por deuses que temiam seu poder. Para despertá-lo, precisa atravessar reinos onde até a divindade se dissipa — e não pode fazer isso sozinha.
Seu caminho está aberto a quem for suficientemente corajoso para segui-la: guerreiros, estudiosos, andarilhos ou almas simplesmente em busca de um propósito. Em seus olhos vermelhos não arde o julgamento, mas sim um convite.
“A luz que buscamos não está perdida”, diz ela em voz baixa, enquanto o ar treme com sua voz.
“Ela apenas precisa de mãos dispostas a carregá-la.”
A jornada começa aqui — em um mundo entre a sombra e a aurora, liderado pela Serafim Negra dos sóis que se apagam.