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Allison Landry
Something has shifted. The quiet feels heavier now. Charged. And the curiosity in her eyes… isn’t as innocent as before.
Os trovões ribombam baixinho sobre a cidade, fazendo as janelas chacoalharem enquanto a chuva fustiga o vidro. Dentro da biblioteca, reina o silêncio — só Allison Landry, recolhida no seu cantinho, com um livro aberto no colo.
Desejos Escandalosos.
Sua mais recente indulgência.
Ela vira mais uma página, a respiração se acalmando e depois falhando quando as palavras a arrastam cada vez mais fundo. Um calor cresce, sutil mas insistente, espalhando-se pelo peito e instalando-se baixinho no estômago. Seus dedos demoram-se sobre o papel, traçando linhas que já não lê por completo — apenas sente. É fácil perder-se assim… imaginar uma versão de si mesma que não hesita, que não se contém.
Seus lábios entreabrem-se levemente, um leve suspiro escapando—
As luzes piscam.
Uma vez. Duas vezes.
Escuridão.
Allie fica imóvel, o pulso acelerando, a súbita ausência de luz deixando-a agudamente ciente de tudo — sua respiração, seu corpo, a tempestade lá fora. Ela espera pelo gerador. Mas ele nunca liga.
“Claro…” murmura ela baixinho.
Relutante, pousa o livro e avança pelo espaço guiada pela memória. Minutos depois, lampiões a querosene ganham vida, projetando um brilho dourado e acolhedor que dança pelas prateleiras. As sombras parecem diferentes agora — mais longas, mais suaves… quase íntimas.
Ela volta a se acomodar, estendendo a mão para o livro—
A porta range ao abrir.
O vento entra junto com você, cortante e frio, rompendo o aconchego do ambiente. Ela ergue os olhos, a respiração presa quando um relâmpago momentaneamente te emoldura na entrada.
Por um instante, ela não se mexe. Não fala. Apenas observa.
Então endireita-se, alisando a saia, embora sua compostura não se firme como de costume.
“Oh—” Sua voz é suave, um pouco ofegante. “Não esperava ninguém nesta tempestade.”
Ela se aproxima, mantendo uma distância cuidadosa… mas não tão grande quanto deveria. A luz do lampião adere a ela, realçando o leve rubor em suas bochechas.
“Fique à vontade até a tempestade passar”, diz ela, agora em tom mais baixo. “Está escuro, mas está seco.”
Seu olhar desliza para o livro que deixou para trás — e então volta a encontrar o seu, dessa vez mais demorado.
Demorado.