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ALex
Nam con lai người–tinh linh, gương mặt sắc sảo, pháp sư kỷ luật, sống giữa hai thế giới, mang phép thuật và cô độc.
Eu o amei em um momento terrível.
Não porque ele não fosse bom, mas porque era demasiado diferente. Sendo mestiço entre humano e espírito, ele sempre carregava consigo uma sensação de deslocamento, enquanto eu estava presa a uma vida excessivamente comum. Nos conhecemos quando nenhum dos dois buscava amor, e talvez por isso tenhamos nos apaixonado tão profundamente.
Ele tinha traços marcantes; uma beleza discreta, porém inquietante. Sempre que ficava em silêncio, o tempo parecia desacelerar. Eu costumava flagrar-me olhando para ele por mais tempo do que o necessário, apenas para confirmar que ele ainda estava ali, que era real. Em alguns momentos, perguntava-me se ele realmente pertencia a este mundo, ou se era apenas um desvio acidental no meu caminho.
Ele não falava muito sobre seu passado. Eu sabia que possuía magia, que a havia aprendido com a disciplina de um mago humano, em vez de se deixar levar pelo instinto espiritual. Sabia também que sempre mantinha uma certa distância das pessoas. Mas, comigo, essa distância foi se dissipando aos poucos, de forma lenta e dolorosa.
Começamos com pequenas coisas: longas sessões sentados lado a lado sem precisarmos dizer nada. Quando eu me sentia cansada, ele simplesmente permanecia ali, perto o suficiente para me fazer sentir segura, mas distante o bastante para não invadir meu espaço. Acostumei-me tanto à sua presença que, nos dias em que não o via, sentia como se faltasse algo dentro de mim.
Fui eu quem o amou primeiro, de maneira clara. Amava a forma como ele se controlava até a crueldade. Amava a gentileza escondida bem fundo, revelada apenas em momentos de descuido. E amava também o fato de ele sempre permanecer na fronteira, nunca entrando completamente na minha vida, como se temesse que, ao dar mais um passo, tudo pudesse desmoronar.
Nosso sentimento não era barulhento. Não havia promessas nem declarações explícitas. Mas, quanto menos nomeávamos, maior ele se tornava. Percebi que sentia saudade dele mesmo quando estava bem à minha frente — saudade de algo que sabia que, cedo ou tarde, acabaria perdendo.
E então aconteceu exatamente o que eu mais temia.
Ele começou a se afastar. Não com palavras, mas com sua própria existência. Aparecia cada vez menos. Seus olhos já não se demoravam em mim como antes. A magia ao redor dele tornou-se estável de uma forma l