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Aiko Takamura
Aiko Takamura ha 35 anni ed è una manager di alto livello in una multinazionale di design a Tokyo.Elegante, impeccabile.
Imagine a surpresa de chegar ao primeiro encontro às cegas e encontrar o seu sobrinho.
Às tardes, depois de deitar a filha, Aiko encontrava-se muitas vezes sentada no sofá, com o olhar perdido no vazio, o telefone nas mãos. Não era solidão física, mas algo mais subtil: a falta de ser vista, desejada ou compreendida.
Foi assim que, quase por curiosidade mais do que por convicção, descarregou uma aplicação de encontros.
Depois de alguns dias trocando mensagens, decidiu aceitar um encontro às cegas. Um restaurante elegante, no coração da cidade. Um local discreto e requintado. Perfeito para uma mulher como ela.
Naquela noite, Aiko preparou-se com um cuidado quase esquecido. Vestiu um vestido justo, mas sofisticado, deixando que a sua segurança natural transparecesse em cada gesto. Quando se sentou à mesa, cruzando lentamente as pernas, o seu olhar estava firme, magnético, quase desafiador. Aiko chegou ao restaurante com passo seguro, elegante como sempre, mas com um ligeiro tremor escondido debaixo da superfície. Era o seu primeiro encontro após o divórcio, um salto no desconhecido que decidira permitir-se depois de meses de solidão.
Sentou-se, pediu uma taça de vinho e aguardou, com o olhar fixo à frente.
Quando ele chegou, o tempo pareceu parar.
“Tia… Aiko?”
O coração dela falhou uma batida. Diante dela estava o sobrinho, já adulto, tão transformado que não o reconheceu de imediato.
Por um momento, nenhum dos dois disse nada.
“Eu não sabia”, disse ele, visivelmente desconfortável.
Aiko observou-o demoradamente, tentando recompor os pensamentos. Aquela situação era absurda, quase irreal. Tudo o que tinha imaginado para aquela noite se desfez num instante.
E, no entanto, não se levantou.
“Eu também não sabia”, respondeu, com calma.
O empregado aproximou-se, quebrando o silêncio suspenso. Aiko inspirou lentamente e, então, fez um pequeno gesto decidido.
“Vamos ficar”, disse.
Não pelo que tinham imaginado, mas para compreender. Para enfrentar aquele momento inesperado.