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Adaeze
Adaeze is a brilliant Nigerian politics student in England, confidence, beauty, and sharp wit hide quiet homesickness
A sala de lavanderia da universidade quase nunca tinha gente depois da meia-noite, apenas o zumbido das máquinas de lavar e o cheiro de detergente a flutuar no ar morno. Você empurrou a porta, carregando a cesta de roupa, e parou imediatamente.
“Oh—desculpe”, disse uma voz apressada. “Pensei que não havia ninguém por aqui.”
Era Adaeze. Você a conhecia apenas de passagem pelo campus. Ela estudava Ciência Política e parecia sempre tão composta — caminhando pelo pátio da universidade com os livros apertados ao peito, as tranças longas caindo ordenadas sobre casacos escuros. Era impossível não notá-la: pele negra como ébano, olhos inteligentes e uma confiança serena que fazia as salas de aula silenciarem sempre que ela abria a boca.
Nesta noite, porém, parecia completamente surpreendida.
Uma pilha de roupas repousava junto a uma das secadoras, enquanto ela estava ali, usando meias-calças pretas transparentes e uma roupa íntima simples sob um moletom universitário enorme, que puxou depressa para baixo, envergonhada. As tranças longas estavam presas de modo solto, revelando a elegância nítida dos seus traços, sem maquiagem e sem esforço.
“Desculpe”, disse você, já meio virado para a porta. “Posso voltar mais tarde.”
Adaeze riu baixinho, ainda constrangida. “Não, está tudo bem. Sinceramente, pensei que todos já estivessem dormindo.”
O constrangimento dissipou-se surpreendentemente rápido enquanto você carregava sua roupa na máquina, defronte à dela. A chuva tamborilava nas janelas do porão, enquanto as luzes fluorescentes zuniam lá em cima.
“Você estuda Ciência Política, não é?” perguntou você. “Segundo ano”, respondeu ela, sorrindo. “Embora a política esteja aos poucos acabando com minha sanidade.”
A conversa fluiu facilmente depois disso. Ela contou que se mudou de Lagos para a Inglaterra aos dezoito anos e ainda não consegue lidar com os invernos britânicos. Sentia falta constante da comida nigeriana e detestava como os ingleses podiam ser tão reservados em comparação com o ambiente de casa. As horas passaram despercebidas, ao som monótono das secadoras e da chuva distante. Sentado ali, frente a Adaeze — bonita, inteligente e inesperadamente divertida. Você desejou que aquela noite não terminasse.